«A força de quem trabalha»
A CDU apresentou, dia 16 de Maio, a sua candidatura às eleições intercalares para a Câmara de Lisboa. Para resolver os problemas da cidade, foi salientada a necessidade do trabalho, da honestidade e da competência da CDU.
Sensibilidade e capacidade para resolver os problemas
Esta iniciativa contou com a participação de Jerónimo de Sousa. Ali, o secretário-geral do PCP sublinhou o «património impar» da CDU. «Na oposição à década negra de Abecassis e da AD de 79 a 89, na contribuição na década de 90 na gestão da Câmara com a marca do melhor que Lisboa teve, na oposição ao novo descalabro da gestão PSD com o apoio do CDS-PP de 2001 a 2007, a CDU tem um percurso incomparável de acção, uma prática distintiva e coerente, um projecto para a cidade de Lisboa cuja a necessidade cada vez mais se evidencia», lembrou.
É por isso, continuou, que «Lisboa precisa do trabalho, da honestidade e da competência da CDU». «Lisboa precisa de quem, como a CDU, conhece como ninguém a cidade e os seus problemas: de quem como a CDU, se identifica com as aspirações do seu povo a uma vida melhor. Lisboa precisa de quem dê garantias de uma atitude coerente e combativa às posições da direita. Lisboa precisa de um projecto de esquerda firmado num percurso de intervenção que só a CDU está em condições de apresentar e assegurar», afirmou Jerónimo de Sousa.
Sobre o cabeça de lista da CDU à Câmara de Lisboa, o secretário-geral do PCP frisou que Ruben de Carvalho «tem um percurso de intervenção que fala por si nas mais diversas áreas, uma sensibilidade, vivência, dedicação de sempre a Lisboa, uma intervenção activa e qualificada dos últimos anos na Câmara, uma experiência, conhecimento e capacidade essenciais ao futuro da cidade».
«A CDU é a força de oposição coerente, firme, determinada e consciente, a força com conhecimento, sensibilidade e capacidade para resolver os problemas, a força do trabalho, honestidade e competência, a força alternativa para Lisboa», acrescentou, prometendo, no final, «uma campanha intensa e esclarecedora».
Ruben de Carvalho
«Confiança no trabalho realizado»
Ruben de Carvalho, cabeça-de-lista da CDU à Câmara Municipal, acusou PSD, CDS-PP, PS e BE pela situação que a autarquia enfrenta.
«É uma verdade incontornável e indesmentível que, ao longo deste negro período da vida da nossa cidade, apenas os eleitos da CDU coerente e persistentemente se opuseram sempre – mas sempre! – ao descalabro que arrastou a Câmara à maior crise por ela conhecida desde o 25 de Abril», recordou, manifestando «confiança no trabalho realizado pelos nossos eleitos, confiança na capacidade do nosso Partido e dos nossos aliados na CDU de, como sempre, acorrer à chamada que a defesa da democracia e a defesa dos interesses do povo e do País impõe».
Saudando os trabalhadores do município, «desde os que desempenham as tarefas mais duras até aos que enfrentam complexos problemas com elevada qualificação técnica», o cabeça-de-lista da CDU deu
a conhecer que, pela ausência do cabeça de lista do PS, uma proposta do PCP, que teria solucionado a incerteza da vida de centenas desses trabalhadores com vínculo precário, foi derrotada pela direita.
«Em compensação, o BE regozijou-se com a trapalhada da criação de um quadro privado na Câmara, caminho aberto para a liquidação de direitos duramente conquistados», acrescentou.
José Luís Pereira e João Corregedor da Fonseca
A CDU tem um projecto para Lisboa
«A CDU é a única força política com condições de apresentar um projecto alternativo para a Câmara de Lisboa, capaz de lhe devolver tudo aquilo que a passagem da direita pelos destinos da cidade, lhe roubou», afirmou José Luís Pereira, do Partido Ecologista «Os Verdes».
Na ocasião, o ecologista lembrou ainda que a CDU esteve sempre ao lado da cidade e dos lisboetas, «ora apresentando propostas concretas e soluções para os graves problemas da cidade, ora opondo-se a tudo o que era lesivo para o interesse colectivo».
«Não fizemos como fez o PS que deu o seu apoio à direita em matérias fundamentais para os destinos da cidade, como foram as alterações ao PDM em regime simplificado, os Orçamentos e Planos de Actividade, já para não falar no negócio que envolveu o Parque Mayer e os terrenos da Feira Popular, aqui também com o apoio do BE», denunciou, sublinhando que, pelo contrário, a CDU procurou, «de forma coerente e combativa, contrariar as políticas que levaram ao estado a que Lisboa actualmente se encontro. Um verdadeiro caos.»
José Luís Pereira falou ainda das irregularidades, processos judiciais, buscas e arguidos, nomeações ilegais, negócios de duvidosa legalidade, atraso nas transferências de verbas, incumprimento de protocolos e dívidas.
Comportamento cúmplice do PS e BE
João Corregedor da Fonseca, em nome da Associação «Intervenção Democrática», acusou também o PS e o BE pela situação de Lisboa.
«Não podemos esquecer o comportamento lamentável e cúmplice dos eleitos do PS e do BE que, agora, se apresentam como vestais, puros, libertos das suas pesadas responsabilidades, tentando fazer esquecer o inquestionável e determinante apoio que, em certos casos bem graves e sensíveis para a cidade, deram, primeiro a Santana Lopes e, depois, a Carmona Rodrigues», lembrou.
Entretanto, os lisboetas enfrentam problemas que urge solucionar com realismo. «A cidade apresenta-se como muito desumana, onde os direitos sociais dos cidadãos são menosprezados. Não se fomenta a habitação social, a situação das escolas deteriorou-se, destruindo-se, assim, o árduo e valioso e valioso trabalho desenvolvido neste sector pelos vereadores eleitos pela CDU no quando da coligação “Por Lisboa” e que por todos foi reconhecido», continuou.
Porque os problemas que afectam os habitantes de Lisboa são idênticos ao da generalidade da população portuguesa, João Corregedor da Fonseca acusou ainda o Governo PS de não ouvir «os justos anseios e protestos da população trabalhadora».
É por isso, continuou, que «Lisboa precisa do trabalho, da honestidade e da competência da CDU». «Lisboa precisa de quem, como a CDU, conhece como ninguém a cidade e os seus problemas: de quem como a CDU, se identifica com as aspirações do seu povo a uma vida melhor. Lisboa precisa de quem dê garantias de uma atitude coerente e combativa às posições da direita. Lisboa precisa de um projecto de esquerda firmado num percurso de intervenção que só a CDU está em condições de apresentar e assegurar», afirmou Jerónimo de Sousa.
Sobre o cabeça de lista da CDU à Câmara de Lisboa, o secretário-geral do PCP frisou que Ruben de Carvalho «tem um percurso de intervenção que fala por si nas mais diversas áreas, uma sensibilidade, vivência, dedicação de sempre a Lisboa, uma intervenção activa e qualificada dos últimos anos na Câmara, uma experiência, conhecimento e capacidade essenciais ao futuro da cidade».
«A CDU é a força de oposição coerente, firme, determinada e consciente, a força com conhecimento, sensibilidade e capacidade para resolver os problemas, a força do trabalho, honestidade e competência, a força alternativa para Lisboa», acrescentou, prometendo, no final, «uma campanha intensa e esclarecedora».
Ruben de Carvalho
«Confiança no trabalho realizado»
Ruben de Carvalho, cabeça-de-lista da CDU à Câmara Municipal, acusou PSD, CDS-PP, PS e BE pela situação que a autarquia enfrenta.
«É uma verdade incontornável e indesmentível que, ao longo deste negro período da vida da nossa cidade, apenas os eleitos da CDU coerente e persistentemente se opuseram sempre – mas sempre! – ao descalabro que arrastou a Câmara à maior crise por ela conhecida desde o 25 de Abril», recordou, manifestando «confiança no trabalho realizado pelos nossos eleitos, confiança na capacidade do nosso Partido e dos nossos aliados na CDU de, como sempre, acorrer à chamada que a defesa da democracia e a defesa dos interesses do povo e do País impõe».
Saudando os trabalhadores do município, «desde os que desempenham as tarefas mais duras até aos que enfrentam complexos problemas com elevada qualificação técnica», o cabeça-de-lista da CDU deu
a conhecer que, pela ausência do cabeça de lista do PS, uma proposta do PCP, que teria solucionado a incerteza da vida de centenas desses trabalhadores com vínculo precário, foi derrotada pela direita.
«Em compensação, o BE regozijou-se com a trapalhada da criação de um quadro privado na Câmara, caminho aberto para a liquidação de direitos duramente conquistados», acrescentou.
José Luís Pereira e João Corregedor da Fonseca
A CDU tem um projecto para Lisboa
«A CDU é a única força política com condições de apresentar um projecto alternativo para a Câmara de Lisboa, capaz de lhe devolver tudo aquilo que a passagem da direita pelos destinos da cidade, lhe roubou», afirmou José Luís Pereira, do Partido Ecologista «Os Verdes».
Na ocasião, o ecologista lembrou ainda que a CDU esteve sempre ao lado da cidade e dos lisboetas, «ora apresentando propostas concretas e soluções para os graves problemas da cidade, ora opondo-se a tudo o que era lesivo para o interesse colectivo».
«Não fizemos como fez o PS que deu o seu apoio à direita em matérias fundamentais para os destinos da cidade, como foram as alterações ao PDM em regime simplificado, os Orçamentos e Planos de Actividade, já para não falar no negócio que envolveu o Parque Mayer e os terrenos da Feira Popular, aqui também com o apoio do BE», denunciou, sublinhando que, pelo contrário, a CDU procurou, «de forma coerente e combativa, contrariar as políticas que levaram ao estado a que Lisboa actualmente se encontro. Um verdadeiro caos.»
José Luís Pereira falou ainda das irregularidades, processos judiciais, buscas e arguidos, nomeações ilegais, negócios de duvidosa legalidade, atraso nas transferências de verbas, incumprimento de protocolos e dívidas.
Comportamento cúmplice do PS e BE
João Corregedor da Fonseca, em nome da Associação «Intervenção Democrática», acusou também o PS e o BE pela situação de Lisboa.
«Não podemos esquecer o comportamento lamentável e cúmplice dos eleitos do PS e do BE que, agora, se apresentam como vestais, puros, libertos das suas pesadas responsabilidades, tentando fazer esquecer o inquestionável e determinante apoio que, em certos casos bem graves e sensíveis para a cidade, deram, primeiro a Santana Lopes e, depois, a Carmona Rodrigues», lembrou.
Entretanto, os lisboetas enfrentam problemas que urge solucionar com realismo. «A cidade apresenta-se como muito desumana, onde os direitos sociais dos cidadãos são menosprezados. Não se fomenta a habitação social, a situação das escolas deteriorou-se, destruindo-se, assim, o árduo e valioso e valioso trabalho desenvolvido neste sector pelos vereadores eleitos pela CDU no quando da coligação “Por Lisboa” e que por todos foi reconhecido», continuou.
Porque os problemas que afectam os habitantes de Lisboa são idênticos ao da generalidade da população portuguesa, João Corregedor da Fonseca acusou ainda o Governo PS de não ouvir «os justos anseios e protestos da população trabalhadora».