CDU exige plano de emergência
A CDU do Porto reclamou, no sábado, um plano de emergência para salvar o comércio tradicional, afectado pela proliferação de grandes superfícies comerciais na cintura urbana.
Na avaliação dos comunistas, a Câmara Municipal, liderada por Rui Rio (PSD), encara a situação com «conformismo e inactividade» e os programas de urbanismo comercial (URBCOM) transformaram-se num «conjunto de medidas desgarradas».
Também os dinheiros atribuídos ao Gabinete Comércio Vivo - constituído pela autarquia e pela Associação de Comerciantes com fundos atribuídos pelo Grupo Amorim - «não são gastos, perante a cumplicidade de Rui Rio».
A Sociedade de Reabilitação Urbana, liderada pelo antigo ministro social-democrata Arlindo Cunha, é criticada pela CDU, que considera que a empresa «também não tem dado resposta a estes problemas», já que «o ritmo da reabilitação é muito mais lento do que o da degradação».
Em simultâneo, a Associação de Comerciantes do Porto está envolvida em «guerras internas permanentes» pelo que «não tem quaisquer condições para ser o necessário interlocutor, agente aglutinador e de mudança».
No âmbito do plano preconizado, os comunistas defendem que se criem «condições especiais, desburocratizadas e céleres, para apreciação dos projectos de licenciamento de obras de adaptação dos estabelecimentos comerciais», revelou o vereador da CDU, Rui Sá, após uma iniciativa na Baixa do Porto em defesa do comércio tradicional.
A CDU defendeu também campanhas de promoção dos estabelecimentos tradicionais, a cobertura de algumas artérias comerciais do Porto e uma política de animação da Baixa articulada com a actividade comercial.
A criação de um Observatório Municipal sobre o Comércio na Cidade e na Região é outra proposta da CDU.
Para aperfeiçoar o plano, os comunistas vão promover, nos próximos meses, uma «ampla auscultação de opiniões» junto de associações e sindicatos do sector.
Na avaliação dos comunistas, a Câmara Municipal, liderada por Rui Rio (PSD), encara a situação com «conformismo e inactividade» e os programas de urbanismo comercial (URBCOM) transformaram-se num «conjunto de medidas desgarradas».
Também os dinheiros atribuídos ao Gabinete Comércio Vivo - constituído pela autarquia e pela Associação de Comerciantes com fundos atribuídos pelo Grupo Amorim - «não são gastos, perante a cumplicidade de Rui Rio».
A Sociedade de Reabilitação Urbana, liderada pelo antigo ministro social-democrata Arlindo Cunha, é criticada pela CDU, que considera que a empresa «também não tem dado resposta a estes problemas», já que «o ritmo da reabilitação é muito mais lento do que o da degradação».
Em simultâneo, a Associação de Comerciantes do Porto está envolvida em «guerras internas permanentes» pelo que «não tem quaisquer condições para ser o necessário interlocutor, agente aglutinador e de mudança».
No âmbito do plano preconizado, os comunistas defendem que se criem «condições especiais, desburocratizadas e céleres, para apreciação dos projectos de licenciamento de obras de adaptação dos estabelecimentos comerciais», revelou o vereador da CDU, Rui Sá, após uma iniciativa na Baixa do Porto em defesa do comércio tradicional.
A CDU defendeu também campanhas de promoção dos estabelecimentos tradicionais, a cobertura de algumas artérias comerciais do Porto e uma política de animação da Baixa articulada com a actividade comercial.
A criação de um Observatório Municipal sobre o Comércio na Cidade e na Região é outra proposta da CDU.
Para aperfeiçoar o plano, os comunistas vão promover, nos próximos meses, uma «ampla auscultação de opiniões» junto de associações e sindicatos do sector.