Cinco anos depois do golpe
Centenas de milhares de venezuelanos comemoraram, durante o fim-de-semana, a vitória sobre o golpe anticonstitucional de 2002 que, entre 11 e 13 de Abril, durante pouco menos de 48 horas, afastou do poder as forças progressistas e o presidente democraticamente eleito, Hugo Chávez Frias.
No arranque das cerimónias oficiais do quinto aniversário do levantamento popular e militar revolucionário, Chávez lembrou que «nem a oligarquia venezuelana, nem o império norte-americano jamais aceitarão a revolução bolivariana», por isso procuram de todas as formas «sacar-nos do poder».
Nas iniciativas ocorridas no centro da capital Venezuelana, junto ao Palácio de Miraflores, Chávez referiu-se à resposta ao golpe como «uma jornada inesquecível na qual o povo sábio bateu à porta dos quartéis procurando o apoio dos seus soldados».
Pronunciando-se sobre as actuais ameaças à soberania venezuelana, Chávez disse que «qualquer tentativa de destabilização obterá uma resposta contundente», pois como canta o povo «todo o 11 tem o seu 13».
«Os nossos inimigos internos e externos teriam que acabar com todo o povo para voltarem a dominar este país, por isso hoje decidimos, com mais força que nunca, que estamos dispostos a morrer pela liberdade: Pátrias, socialismo ou morte», concluiu Chávez.
No arranque das cerimónias oficiais do quinto aniversário do levantamento popular e militar revolucionário, Chávez lembrou que «nem a oligarquia venezuelana, nem o império norte-americano jamais aceitarão a revolução bolivariana», por isso procuram de todas as formas «sacar-nos do poder».
Nas iniciativas ocorridas no centro da capital Venezuelana, junto ao Palácio de Miraflores, Chávez referiu-se à resposta ao golpe como «uma jornada inesquecível na qual o povo sábio bateu à porta dos quartéis procurando o apoio dos seus soldados».
Pronunciando-se sobre as actuais ameaças à soberania venezuelana, Chávez disse que «qualquer tentativa de destabilização obterá uma resposta contundente», pois como canta o povo «todo o 11 tem o seu 13».
«Os nossos inimigos internos e externos teriam que acabar com todo o povo para voltarem a dominar este país, por isso hoje decidimos, com mais força que nunca, que estamos dispostos a morrer pela liberdade: Pátrias, socialismo ou morte», concluiu Chávez.