Alemanha reforma saúde
A câmara baixa do parlamento alemão (bundestag) aprovou, na sexta-feira, 2, o projecto de lei sobre a reforma do sistema de saúde, após quase um ano de intensos debates.
Entre as principais alterações destaca-se a introdução de um fundo de saúde, em 2009, pelo qual transitarão as contribuições dos trabalhadores e das empresas. A cada beneficiário será definido um montante máximo de despesa, podendo, em caso de necessidade, ser-lhe exigida uma contribuição suplementar.
A nova legislação obriga ainda as seguradoras privadas a praticar tarifas base iguais às vigentes no sistema público. De fora destas contas ficam as crianças, cuja assistência continuará a ser financiada em exclusivo pelo orçamento do Estado.
A lei deverá receber ainda luz verde do bundestrat (câmara alta onde participam as regiões federadas) para poder entrar em vigor em 1 de Abril. Segundo uma sondagem realizada no início de Janeiro, 79 por cento dos alemães não compreendiam as implicações da reforma. Mesmo nas bancadas dos partidos do governo, 20 deputados sociais-democratas e de 23 deputados dos cristãos-democratas votaram contra a proposta de lei.
A nova legislação obriga ainda as seguradoras privadas a praticar tarifas base iguais às vigentes no sistema público. De fora destas contas ficam as crianças, cuja assistência continuará a ser financiada em exclusivo pelo orçamento do Estado.
A lei deverá receber ainda luz verde do bundestrat (câmara alta onde participam as regiões federadas) para poder entrar em vigor em 1 de Abril. Segundo uma sondagem realizada no início de Janeiro, 79 por cento dos alemães não compreendiam as implicações da reforma. Mesmo nas bancadas dos partidos do governo, 20 deputados sociais-democratas e de 23 deputados dos cristãos-democratas votaram contra a proposta de lei.