Professores queixam-se à OIT
A Plataforma Sindical dos Professores, que reúne todos os sindicatos do sector, tinha prevista uma reunião, para anteontem, onde pretendia aprovar o texto definitivo relativo à «Queixa contra o Governo», que pretende fazer chegar à Organização Internacional do Trabalho (OIT), por considerar que o Governo está a violar a convenção N.º 151, da OIT, sobre protecção do direito de organização e processos de fixação das condições de trabalho na Função Pública.
Os professores também iam decidir sobre o envio, ao Presidente da República, dos pareceres relativos a inconstitucionalidades contidas no Estatuto da Carreira Docente.
O novo Estatuto da Carreira Docente foi também o motivo da reunião do Conselho Nacional da Fenprof que, nos dias 14 e 15, aprovou o regulamento do IX Congresso Nacional dos Professores, agendado para os dias 19, 20 e 21 de Abril, na Faculdade de Medicina Dentária. Espera-se a participação de 800 delegados, 650 dos quais eleitos directamente nas escolas.
Gratificações cortadas
A partir deste mês, os professores que asseguram orientação prática pedagógica vão deixar de receber as gratificações que lhes são devidas, alertou a Fenprof.
O anuncio foi feito no dia 7, pelo Ministério da Educação (ME) às escolas que, por este motivo, deixarão de pagar a «rara contrapartida» que era dada a estes docentes, de 84,34 euros por mês.
Ficou ainda a saber-se que o Ministério das Finanças está a ponderar a possibilidade de exigir a reposição dos 15 meses de gratificações já pagas aos professores, eventualidade que a Fenprof considera «manifestamente absurda e ilegal».
A federação sindical reiterou a acusação de que o ME está a pretender poupar verbas, levando a Educação «para um nível de mediocridade inaudito».
Mantendo-se a situação, os sindicatos da Fenprof vão promover, no início do 2.º Período, reuniões com os professores afectados, para debaterem o problema e decidirem medidas a tomar
Os professores também iam decidir sobre o envio, ao Presidente da República, dos pareceres relativos a inconstitucionalidades contidas no Estatuto da Carreira Docente.
O novo Estatuto da Carreira Docente foi também o motivo da reunião do Conselho Nacional da Fenprof que, nos dias 14 e 15, aprovou o regulamento do IX Congresso Nacional dos Professores, agendado para os dias 19, 20 e 21 de Abril, na Faculdade de Medicina Dentária. Espera-se a participação de 800 delegados, 650 dos quais eleitos directamente nas escolas.
Gratificações cortadas
A partir deste mês, os professores que asseguram orientação prática pedagógica vão deixar de receber as gratificações que lhes são devidas, alertou a Fenprof.
O anuncio foi feito no dia 7, pelo Ministério da Educação (ME) às escolas que, por este motivo, deixarão de pagar a «rara contrapartida» que era dada a estes docentes, de 84,34 euros por mês.
Ficou ainda a saber-se que o Ministério das Finanças está a ponderar a possibilidade de exigir a reposição dos 15 meses de gratificações já pagas aos professores, eventualidade que a Fenprof considera «manifestamente absurda e ilegal».
A federação sindical reiterou a acusação de que o ME está a pretender poupar verbas, levando a Educação «para um nível de mediocridade inaudito».
Mantendo-se a situação, os sindicatos da Fenprof vão promover, no início do 2.º Período, reuniões com os professores afectados, para debaterem o problema e decidirem medidas a tomar