EUA apostam na contra-informação
O Pentágono confirmou a semana passada que está a preparar um batalhão especializado em propaganda para enfrentar o que os EUA classificam de campanha inimiga sobre a guerra do Iraque.
De acordo com o jornal New York Sun, a nova unidade será integrada nas forças armadas norte-americanas e terá como funções, entre outras, supervisionar os meios de comunicação de forma a garantir uma resposta imediata a toda a informação considerada desfavorável para Washington.
O contingente deverá estar operacional 24 horas por dias e usar sobretudo a Internet para difundir os princípios que presidem à política norte-americana, ou seja, que a guerra do Iraque é necessária, que a segurança legitima o sacrifício dos direitos individuais e colectivos, e que todos os meios são admissíveis no combate ao terrorismo (desde a tortura de «suspeitos» presos indefinidamente e sem direito a defesa, até ao uso de armas de exterminação massiva).
Reconhecendo que os EUA se «relaxaram» face aos seus inimigos no respeitante à informação sobre a guerra no Iraque, o secretário de Estado da Defesa, Donald Rumsfeld, afirmou a semana passada que a «manipulação da imprensa» por parte dos média simpatizantes com a resistência iraquiana é uma das questões que mais preocupam a administração Bush, já que teve como consequência uma acentuada quebra do apoio dos norte-americanos à invasão do Iraque.
Com o batalhão mediático, Washington espera contrariar a contestação que os cerca de três mil mortos e um número indeterminado de feridos no terreno está a gerar no país, onde segundo as últimas sondagens menos de 40 por cento apoiam a guerra no Iraque e apenas 20 por cento acreditam que os EUA a estão a ganhar.
De acordo com o jornal New York Sun, a nova unidade será integrada nas forças armadas norte-americanas e terá como funções, entre outras, supervisionar os meios de comunicação de forma a garantir uma resposta imediata a toda a informação considerada desfavorável para Washington.
O contingente deverá estar operacional 24 horas por dias e usar sobretudo a Internet para difundir os princípios que presidem à política norte-americana, ou seja, que a guerra do Iraque é necessária, que a segurança legitima o sacrifício dos direitos individuais e colectivos, e que todos os meios são admissíveis no combate ao terrorismo (desde a tortura de «suspeitos» presos indefinidamente e sem direito a defesa, até ao uso de armas de exterminação massiva).
Reconhecendo que os EUA se «relaxaram» face aos seus inimigos no respeitante à informação sobre a guerra no Iraque, o secretário de Estado da Defesa, Donald Rumsfeld, afirmou a semana passada que a «manipulação da imprensa» por parte dos média simpatizantes com a resistência iraquiana é uma das questões que mais preocupam a administração Bush, já que teve como consequência uma acentuada quebra do apoio dos norte-americanos à invasão do Iraque.
Com o batalhão mediático, Washington espera contrariar a contestação que os cerca de três mil mortos e um número indeterminado de feridos no terreno está a gerar no país, onde segundo as últimas sondagens menos de 40 por cento apoiam a guerra no Iraque e apenas 20 por cento acreditam que os EUA a estão a ganhar.