Governo corta verbas
O deputado comunista Jorge Machado inquiriu o Governo sobre as razões que levaram este a cortar uma parte importante das verbas concedidas à Associação de Pais para a Educação de Crianças Deficientes Auditivas (APEDCA).
Essa redução do financiamento, como refere o parlamentar do PCP no requerimento que sobre o assunto dirigiu ao Executivo, foi na ordem dos 55.000 euros no ano de 2005, a que se juntou uma devolução de verbas ao Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) no ano de 2006.
As consequências de tais cortes, essas, adverte Jorge Machado, fazem-se sentir na actividade de formação, deste modo posta em causa, como em causa está a própria subsistência da Associação.
O que é considerado uma situação de extrema gravidade atendendo a que esta associação tem vindo a desempenhar desde 1990 um papel da maior importância no apoio aos jovens surdos, com idade igual ou superior a 16 anos, em vários planos, designadamente no da formação. Com efeito, a APEDECA é a entidade promotora de uma Unidade de Pré-Formação, ao abrigo do financiamento do Programa Constelação, tutelado pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional, que tem actuado no sentido de desenvolver competências pessoais, sociais e vocacionais.
A esta formação tem recorrido com grande frequência a população surda, principalmente pessoas com níveis muito baixos de escolaridade ou analfabetismo, impedidas por este motivo de aceder a cursos de formação qualificados e a emprego.
Acresce, como assinala Jorge Machado, que não há informação de que na região de Lisboa a população surda disponha de uma Unidade de Pré-Formação como esta, que conta com uma equipa especializada e com formação em língua gestual portuguesa.
Essa redução do financiamento, como refere o parlamentar do PCP no requerimento que sobre o assunto dirigiu ao Executivo, foi na ordem dos 55.000 euros no ano de 2005, a que se juntou uma devolução de verbas ao Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) no ano de 2006.
As consequências de tais cortes, essas, adverte Jorge Machado, fazem-se sentir na actividade de formação, deste modo posta em causa, como em causa está a própria subsistência da Associação.
O que é considerado uma situação de extrema gravidade atendendo a que esta associação tem vindo a desempenhar desde 1990 um papel da maior importância no apoio aos jovens surdos, com idade igual ou superior a 16 anos, em vários planos, designadamente no da formação. Com efeito, a APEDECA é a entidade promotora de uma Unidade de Pré-Formação, ao abrigo do financiamento do Programa Constelação, tutelado pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional, que tem actuado no sentido de desenvolver competências pessoais, sociais e vocacionais.
A esta formação tem recorrido com grande frequência a população surda, principalmente pessoas com níveis muito baixos de escolaridade ou analfabetismo, impedidas por este motivo de aceder a cursos de formação qualificados e a emprego.
Acresce, como assinala Jorge Machado, que não há informação de que na região de Lisboa a população surda disponha de uma Unidade de Pré-Formação como esta, que conta com uma equipa especializada e com formação em língua gestual portuguesa.