Trabalhadores pagam a crise
É com crescente preocupação que os trabalhadores da Tradecast, no Parque Industrial de Celeirós, Braga, vêem a situação económica difícil em que esta mergulhou. Este quadro arrasta-se há algum tempo com evidentes consequências para os seus 40 trabalhadores, que têm ainda por receber parte do subsídio de Natal, o salário de Agosto e o subsídio de férias.
Esta empresa do subsector metalúrgico tem um contrato de prestação de serviços com a SPS (Sociedade Portuguesa de Segmentos), também com instalações em Braga, e os seus responsáveis justificam as dificuldades com o não cumprimento por esta última dos pagamentos que lhe são devidos.
Atento ao evoluir deste estado de coisas está, entretanto, o deputado comunista Agostinho Lopes. Não escondendo a sua inquietação pelos riscos de encerrar mais uma empresa num distrito duramente atingido por este flagelo, interpelou o Governo no sentido de saber qual a avaliação que este faz, em particular os seus serviços regionais dos Ministérios da Economia e do Trabalho, sobre o difícil momento vivido pela empresa.
Fecho da Varela e Macedo
Más notícias chegam também da empresa Varela e Macedo, localizada no Parque Industrial de S. João da Ponte, Guimarães, que encerrou em Agosto passado lançando no desemprego 82 trabalhadores.
Detentora da marca de moda infantil «Astroland», a empresa viu a proposta do Administrador Judicial para a sua liquidação ser aprovada pela Assembleia de Credores, restando um passivo de cerca de sete milhões de euros, dos quais dois milhões são dívidas aos trabalhadores dos salários de Julho e parte de Agosto, subsídio de Natal de 2005, bem como das indemnizações pelo despedimento.
Também neste caso era visível que a degradação da situação económica e financeira da empresa se vinha arrastando há muito tempo, nomeadamente no plano das suas obrigações para com a segurança social e o fisco, o que levou o deputado Agostinho Lopes a questionar igualmente o Governo sobre as razões que o levaram a não intervir atempadamente com vista a evitar o seu encerramento.
Em requerimento dirigido aos ministérios da Economia e do Trabalho, o parlamentar comunista indaga ainda sobre o valor das eventuais ajudas nacionais e comunitárias recebidas pela empresa, inquirindo, por outro lado, no sentido de saber se os direitos dos trabalhadores estão devidamente salvaguardados.
Esta empresa do subsector metalúrgico tem um contrato de prestação de serviços com a SPS (Sociedade Portuguesa de Segmentos), também com instalações em Braga, e os seus responsáveis justificam as dificuldades com o não cumprimento por esta última dos pagamentos que lhe são devidos.
Atento ao evoluir deste estado de coisas está, entretanto, o deputado comunista Agostinho Lopes. Não escondendo a sua inquietação pelos riscos de encerrar mais uma empresa num distrito duramente atingido por este flagelo, interpelou o Governo no sentido de saber qual a avaliação que este faz, em particular os seus serviços regionais dos Ministérios da Economia e do Trabalho, sobre o difícil momento vivido pela empresa.
Fecho da Varela e Macedo
Más notícias chegam também da empresa Varela e Macedo, localizada no Parque Industrial de S. João da Ponte, Guimarães, que encerrou em Agosto passado lançando no desemprego 82 trabalhadores.
Detentora da marca de moda infantil «Astroland», a empresa viu a proposta do Administrador Judicial para a sua liquidação ser aprovada pela Assembleia de Credores, restando um passivo de cerca de sete milhões de euros, dos quais dois milhões são dívidas aos trabalhadores dos salários de Julho e parte de Agosto, subsídio de Natal de 2005, bem como das indemnizações pelo despedimento.
Também neste caso era visível que a degradação da situação económica e financeira da empresa se vinha arrastando há muito tempo, nomeadamente no plano das suas obrigações para com a segurança social e o fisco, o que levou o deputado Agostinho Lopes a questionar igualmente o Governo sobre as razões que o levaram a não intervir atempadamente com vista a evitar o seu encerramento.
Em requerimento dirigido aos ministérios da Economia e do Trabalho, o parlamentar comunista indaga ainda sobre o valor das eventuais ajudas nacionais e comunitárias recebidas pela empresa, inquirindo, por outro lado, no sentido de saber se os direitos dos trabalhadores estão devidamente salvaguardados.