Lutar pelo Plano de Saúde
A Frente Comum de Organizações Representativas dos Trabalhadores (ORTs) da PT Comunicações estão a recolher assinaturas para um abaixo-assinado e apela aos trabalhadores para que lutem em defesa do Plano de Saúde da PTC, recorrendo aos tribunais, se necessário. A frente, constituída pela CT e os sindicatos STT, SNTCT e STPT, manifestou-se contra a proposta da empresa para a revisão do Plano, apresentada no dia 11, e que teve o apoio de princípio dos sindicatos da UGT, denunciaram as ORTs, num comunicado distribuído anteontem.
Segundo as ORTs, a administração não quer alterar a sua proposta «lesiva para os trabalhadores», porque pretende aumentar os seus encargos com o Plano, a fim de, «pela via da redução de custos com a saúde, libertar verbas para satisfazer compromissos com os accionistas da PTC».
No abaixo-assinado, denuncia-se que os beneficiários passariam a pagar 20 por cento das intervenções cirúrgicas em estabelecimentos privados e que a comparticipação nos medicamentos passaria a ser igual ao praticado no Serviço Nacional de Saúde.
Os actos em ambulatório passariam a ter um custo de 20 por cento para os beneficiários, com o valor mínimo de 5 euros por consulta.
As quotas para o regime especial aumentariam 25 por cento, entre 2007 e 2009 e as quotas do regime geral passariam dos actuais 1,5 por cento, para 2,1 por cento, em 2009.
Nos centros clínicos, as consultas passariam a custar 2,05 euros, a partir de 1 de Janeiro próximo, passando para os 34 euros, no início do ano seguinte.
A frente comum de ORTs salienta que, do Plano em vigor, constam normas que impedem a empresa de o alterar, unilateralmente, nos salários, nas percentagens diferentes das acordadas e também nos encargos dos beneficiários de próteses estomatológicas e aparelhos de ortodôncia.
Evitar a destruição
As ORTs reafirmam que o Ministério da Saúde deve, ao Plano de Saúde, 35 milhões de euros e aguardam o resultado do estudo encomendado pelo Ministério, para se saber quantos são os beneficiários do plano, após o qual o Ministério se comprometeu a encetar conversações com a empresa, a fim de acordar soluções para o problema.
Por isso, dizem não entender por que pretende a administração da PTC denunciar, nesta fase, unilateralmente, o protocolo de co-financiamento, a partir de 1 de Dezembro próximo. «Se o fizer, é unicamente para com o propósito de acrescentar mais 150 milhões de euros aos resultados de 2006 e destruir, a prazo, o plano», acusa.
Segundo as ORTs, a administração não quer alterar a sua proposta «lesiva para os trabalhadores», porque pretende aumentar os seus encargos com o Plano, a fim de, «pela via da redução de custos com a saúde, libertar verbas para satisfazer compromissos com os accionistas da PTC».
No abaixo-assinado, denuncia-se que os beneficiários passariam a pagar 20 por cento das intervenções cirúrgicas em estabelecimentos privados e que a comparticipação nos medicamentos passaria a ser igual ao praticado no Serviço Nacional de Saúde.
Os actos em ambulatório passariam a ter um custo de 20 por cento para os beneficiários, com o valor mínimo de 5 euros por consulta.
As quotas para o regime especial aumentariam 25 por cento, entre 2007 e 2009 e as quotas do regime geral passariam dos actuais 1,5 por cento, para 2,1 por cento, em 2009.
Nos centros clínicos, as consultas passariam a custar 2,05 euros, a partir de 1 de Janeiro próximo, passando para os 34 euros, no início do ano seguinte.
A frente comum de ORTs salienta que, do Plano em vigor, constam normas que impedem a empresa de o alterar, unilateralmente, nos salários, nas percentagens diferentes das acordadas e também nos encargos dos beneficiários de próteses estomatológicas e aparelhos de ortodôncia.
Evitar a destruição
As ORTs reafirmam que o Ministério da Saúde deve, ao Plano de Saúde, 35 milhões de euros e aguardam o resultado do estudo encomendado pelo Ministério, para se saber quantos são os beneficiários do plano, após o qual o Ministério se comprometeu a encetar conversações com a empresa, a fim de acordar soluções para o problema.
Por isso, dizem não entender por que pretende a administração da PTC denunciar, nesta fase, unilateralmente, o protocolo de co-financiamento, a partir de 1 de Dezembro próximo. «Se o fizer, é unicamente para com o propósito de acrescentar mais 150 milhões de euros aos resultados de 2006 e destruir, a prazo, o plano», acusa.