A fadiga continua a matar
A federação sindical dos rodoviários, no dia 9, em Vilar Formoso, exigiu a redução dos tempos de trabalho dos motoristas para que diminua a sinistralidade rodoviária.
Só nos meses de Julho e Agosto faleceram, ao volante, cinco motoristas
No âmbito do Dia de Acção Internacional, a Festru/CGTP-IN e a sua congénere espanhola, a Federación de Comunicación y Transporte (da central, Comisiones Obreras), efectuaram a acção anual de denúncia das condições de vida e de trabalho dos motoristas ibéricos, intitulada «A fadiga mata».
A iniciativa serviu para reivindicar a redução do tempo de trabalho e de condução, cujo excesso segundo o dirigente da Festru, Vítor Pereira, é a causa de grande parte dos acidentes rodoviários que envolvem estes trabalhadores.
Os dados da federação portuguesa confirmam que, só nos meses de Julho e Agosto deste ano, faleceram, em Portugal, cinco motoristas, no exercício da sua profissão, em acidentes provocados pela fadiga que é, quando associada ao cansaço, segundo os sindicatos, uma das principais causas de acidentes.
Pagam com a vida
Entre 2001 e 2004, registaram-se, por motivo de despiste de veículos pesados, 1451 acidentes nas estradas portuguesas, revela o documento distribuído na fronteira pelos sindicalistas.
A Festru continua a exigir, da parte da Inspecção-Geral do Trabalho (IGT), uma eficaz fiscalização que, segundo a federação, continua a não se efectuar, de forma que corresponda às necessidades do sector, denunciou Vítor Pereira.
A IGT continua a não fiscalizar eficazmente, por falta meios técnicos e humanos para poder actuar de forma mais incisiva sobre as empresas prevaricadoras e devia, por isso, ser dotada dos meios necessários para cumprir a sua missão que, segundo o mesmo dirigente, é decisiva para que diminua a sinistralidade nas estradas portuguesas.
Na acção, foi divulgado, aos motoristas em trânsito na fronteira, o apelo à redução do horário de trabalho dos motoristas para 35 horas semanais e exigido o pagamento de melhores salários, a fim de evitar o excesso de horas extraordinárias.
está hoje sem autocarros
Reunidos em plenário, no dia 6, os trabalhadores dos Transportes Colectivos do Barreiro decidiram participar na manifestação nacional da Administração Pública, hoje, em Lisboa e no protesto geral da CGTP-IN. Por esse motivo, a cidade vai ficar sem autocarros, a partir das 12.30 horas, anunciou o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local.
O plenário considerou inaceitável a proposta de aumentos salariais, do Governo, de 1,5 por cento, e recusam o congelamento da progressão de carreiras e o aumento das contribuições para a ADSE. A acção é também um protesto contra a forma com o Estado tem gerido o sector dos transportes.
A iniciativa serviu para reivindicar a redução do tempo de trabalho e de condução, cujo excesso segundo o dirigente da Festru, Vítor Pereira, é a causa de grande parte dos acidentes rodoviários que envolvem estes trabalhadores.
Os dados da federação portuguesa confirmam que, só nos meses de Julho e Agosto deste ano, faleceram, em Portugal, cinco motoristas, no exercício da sua profissão, em acidentes provocados pela fadiga que é, quando associada ao cansaço, segundo os sindicatos, uma das principais causas de acidentes.
Pagam com a vida
Entre 2001 e 2004, registaram-se, por motivo de despiste de veículos pesados, 1451 acidentes nas estradas portuguesas, revela o documento distribuído na fronteira pelos sindicalistas.
A Festru continua a exigir, da parte da Inspecção-Geral do Trabalho (IGT), uma eficaz fiscalização que, segundo a federação, continua a não se efectuar, de forma que corresponda às necessidades do sector, denunciou Vítor Pereira.
A IGT continua a não fiscalizar eficazmente, por falta meios técnicos e humanos para poder actuar de forma mais incisiva sobre as empresas prevaricadoras e devia, por isso, ser dotada dos meios necessários para cumprir a sua missão que, segundo o mesmo dirigente, é decisiva para que diminua a sinistralidade nas estradas portuguesas.
Na acção, foi divulgado, aos motoristas em trânsito na fronteira, o apelo à redução do horário de trabalho dos motoristas para 35 horas semanais e exigido o pagamento de melhores salários, a fim de evitar o excesso de horas extraordinárias.
está hoje sem autocarros
Reunidos em plenário, no dia 6, os trabalhadores dos Transportes Colectivos do Barreiro decidiram participar na manifestação nacional da Administração Pública, hoje, em Lisboa e no protesto geral da CGTP-IN. Por esse motivo, a cidade vai ficar sem autocarros, a partir das 12.30 horas, anunciou o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local.
O plenário considerou inaceitável a proposta de aumentos salariais, do Governo, de 1,5 por cento, e recusam o congelamento da progressão de carreiras e o aumento das contribuições para a ADSE. A acção é também um protesto contra a forma com o Estado tem gerido o sector dos transportes.