Milhares manifestam-se em Roma
A Praça Farnese, em Roma, foi pequena para acolher os milhares de italianos que, no domingo, ali se reuniram para demonstrar o apoio ao povo Cubano.
Contra o criminosos bloqueio norte-americano à ilha socialista
A iniciativa organizada pela Associação de Amizade Itália-Cuba(AAIC) e pelo Comité de Solidariedade com Cuba, à qual se associaram dezenas de organizações, contou ainda com a presença de representantes do Partido da Refundação Comunista Italiana(PRCI) e do Partido dos Comunistas Italianos(PCI).
Durante mais de seis horas, manifestantes oriundos de diversas regiões de Itália protestaram contra o criminosos bloqueio norte-americano à ilha socialista, pelo direito à autodeterminação e soberania dos povos a escolherem livremente o seu destino e contra a cumplicidade dos governos europeus e da União Europeia com a política agressiva dos Estados Unidos da América, no momento em que a Itália se prepara para assumir a presidência rotativa da UE.
Entre os muitos oradores que tomaram a palavra em defesa da revolução cubana e da paz e cooperação entre os povos, destacaram-se as intervenções de Luciano Lacovino, presidente da AAIC, Oliviero Diliberto, secretário-geral do PCI e Russo Spena, representante da Refundação Comunista, que destacou o importante papel desempenhado pelas iniciativas de cooperação levadas a cabo por muitos executivos do poder local de diversas cidades italianas, demonstrando que os caminhos da solidariedade se constróem na prática consequente.
De Roma a Bogotá, passando pela Flórida
Também no domingo, num bairro popular em Bogotá, na Colômbia, o 19.º Festival do semanário Voz, órgão central do Partido Comunista da Colômbia, foi aproveitado para enviar um fraterno abraço ao martirizado povo cubano, e reiterar a tenaz convicção de que, numa das mais conturbadas fases da história da humanidade, a solidariedade internacionalista com aquele e outros povos em luta na América Latina reforça a cadeia de resistência ao imperialismo norte-americano na região e no mundo.
Tal convicção ficou mais uma vez demonstrada pelo teor do discurso proferido por George W. Bush na sua 15.º visita ao estado da Flórida.
Ao mesmo tempo que em Roma e em Bogotá se manifestava preocupação e repúdio pela política americana em relação a Cuba, o presidente dos Estados Unidos discursava para a reaccionária comunidade cubana residente na Flórida e, a pensar já na capitalização de simpatias para as eleições que se avizinham, afirmou que «tal como o Afeganistão e o Iraque, também Cuba está nas minhas preocupações» e que as suas preocupações «democráticas» se estendiam a todos os países da região.
Durante mais de seis horas, manifestantes oriundos de diversas regiões de Itália protestaram contra o criminosos bloqueio norte-americano à ilha socialista, pelo direito à autodeterminação e soberania dos povos a escolherem livremente o seu destino e contra a cumplicidade dos governos europeus e da União Europeia com a política agressiva dos Estados Unidos da América, no momento em que a Itália se prepara para assumir a presidência rotativa da UE.
Entre os muitos oradores que tomaram a palavra em defesa da revolução cubana e da paz e cooperação entre os povos, destacaram-se as intervenções de Luciano Lacovino, presidente da AAIC, Oliviero Diliberto, secretário-geral do PCI e Russo Spena, representante da Refundação Comunista, que destacou o importante papel desempenhado pelas iniciativas de cooperação levadas a cabo por muitos executivos do poder local de diversas cidades italianas, demonstrando que os caminhos da solidariedade se constróem na prática consequente.
De Roma a Bogotá, passando pela Flórida
Também no domingo, num bairro popular em Bogotá, na Colômbia, o 19.º Festival do semanário Voz, órgão central do Partido Comunista da Colômbia, foi aproveitado para enviar um fraterno abraço ao martirizado povo cubano, e reiterar a tenaz convicção de que, numa das mais conturbadas fases da história da humanidade, a solidariedade internacionalista com aquele e outros povos em luta na América Latina reforça a cadeia de resistência ao imperialismo norte-americano na região e no mundo.
Tal convicção ficou mais uma vez demonstrada pelo teor do discurso proferido por George W. Bush na sua 15.º visita ao estado da Flórida.
Ao mesmo tempo que em Roma e em Bogotá se manifestava preocupação e repúdio pela política americana em relação a Cuba, o presidente dos Estados Unidos discursava para a reaccionária comunidade cubana residente na Flórida e, a pensar já na capitalização de simpatias para as eleições que se avizinham, afirmou que «tal como o Afeganistão e o Iraque, também Cuba está nas minhas preocupações» e que as suas preocupações «democráticas» se estendiam a todos os países da região.