Tortura de Estado
Ao assinalar o Dia Internacional de Apoio às Vítimas de Tortura, a Amnistia Internacional(AI) divulgou um relatório onde denuncia que a tortura e outras formas de tratamentos cruéis e inumanos continuam a fazer parte do quotidiano de milhares de pessoas em cerca de cento e cinquenta países em todo o mundo.
Segundo os dados apurados, em oitenta países, entre 1997 e 2000, registaram-se mortes em consequência directa da aplicação de tortura e tratamentos similares, não raras vezes praticados e encorajados pelos Estados.
A organização destaca ainda que Israel é o único país onde a tortura foi legalizada nos interrogatórios e onde nenhum agente foi alguma vez julgado por a ter praticado, sendo o responsável protegido pelas autoridades por alegadas «necessidades de defesa».
A AI sublinha que também as condições de detenção em mais de noventa países revelam «condições de cárcere cruéis, desumanas e degradantes», podendo e devendo ser consideradas como tortura.
Segundo os dados apurados, em oitenta países, entre 1997 e 2000, registaram-se mortes em consequência directa da aplicação de tortura e tratamentos similares, não raras vezes praticados e encorajados pelos Estados.
A organização destaca ainda que Israel é o único país onde a tortura foi legalizada nos interrogatórios e onde nenhum agente foi alguma vez julgado por a ter praticado, sendo o responsável protegido pelas autoridades por alegadas «necessidades de defesa».
A AI sublinha que também as condições de detenção em mais de noventa países revelam «condições de cárcere cruéis, desumanas e degradantes», podendo e devendo ser consideradas como tortura.