Congresso do PAICV
O 10.º Congresso do Partido Africano para a Independência de Cabo-Verde(PAICV), que se realizou entre 27 e 29 de Junho, na Cidade da Praia, elegeu José M.ª das Neves como presidente do partido, bem como os restantes membros do Comité Central.
No Congresso estiveram presentes delegações do MPLA, de Angola, PAIGC, da Guiné-Bissau, MLSTP, de São Tomé e Príncipe, e do PS, de Portugal.
Esteve também presente, mais uma vez, um convidado do PCP, reforçando a fraterna «determinação de continuar a agir para que se estreitem laços de amizade, solidariedade e cooperação entre o PCP e o PAICV», como referiu Rui Fernandes, do secretariado do Comité Central do PCP, no discurso proferido perante os delegados e militantes do PAICV.
Rui Fernandes sublinhou ainda os «laços históricos criados na luta comum contra o fascismo e o colonialismo» e expressou algumas das preocupações em relação às questões candentes da política mundial, manifestando a profunda preocupação pelo «renascimento das concepções neocolonialistas» e o vivo repudio pela «hipocrisia e a retórica de “ajuda” a África» às quais urge dar combate, só possível com o «reforço da solidariedade e cooperação entre as forças democráticas, patrióticas e progressistas como modo de fazer frente à ofensiva global do imperialismo americano».
Em relação às orientações do Governo português e da UE em matéria de imigração, Rui Fernandes apontou as concepções da «Europa fortaleza» como estando na base do «recrudescimento do discurso populista de direita de cariz xenófobo e racista» que contrariam a consigna partilhada pelos dois povos de «uma só raça, a raça humana».
No Congresso estiveram presentes delegações do MPLA, de Angola, PAIGC, da Guiné-Bissau, MLSTP, de São Tomé e Príncipe, e do PS, de Portugal.
Esteve também presente, mais uma vez, um convidado do PCP, reforçando a fraterna «determinação de continuar a agir para que se estreitem laços de amizade, solidariedade e cooperação entre o PCP e o PAICV», como referiu Rui Fernandes, do secretariado do Comité Central do PCP, no discurso proferido perante os delegados e militantes do PAICV.
Rui Fernandes sublinhou ainda os «laços históricos criados na luta comum contra o fascismo e o colonialismo» e expressou algumas das preocupações em relação às questões candentes da política mundial, manifestando a profunda preocupação pelo «renascimento das concepções neocolonialistas» e o vivo repudio pela «hipocrisia e a retórica de “ajuda” a África» às quais urge dar combate, só possível com o «reforço da solidariedade e cooperação entre as forças democráticas, patrióticas e progressistas como modo de fazer frente à ofensiva global do imperialismo americano».
Em relação às orientações do Governo português e da UE em matéria de imigração, Rui Fernandes apontou as concepções da «Europa fortaleza» como estando na base do «recrudescimento do discurso populista de direita de cariz xenófobo e racista» que contrariam a consigna partilhada pelos dois povos de «uma só raça, a raça humana».