Papa exige menção ao cristianismo
João Paulo II exige que «figure uma referência ao património religioso, particularmente cristão» na futura Constituição europeia. A afirmação consta da «Exortação Apostólica», divulgada no sábado, 28, no Vaticano.
«No pleno respeito da laicidade das instituições», o Papa exige aos responsáveis da União Europeia (UE) que considerem três pontos, sendo o primeiro dos quais «o direito das igrejas e das comunidades religiosas de se organizarem livremente, em conformidade com os seus próprios estatutos e as suas convicções».
O segundo ponto assenta no reconhecimento do «respeito e identidade específica das confissões religiosas e o facto de se prever um diálogo estruturado entre a UE e essas mesmas confissões» e, no terceiro ponto, «o respeito pelo estatuto jurídico de que gozam já as igrejas e as instituições religiosas decorrente das legislações dos Estados membros da UE».
João Paulo II considera que «é responsabilidade das autoridades públicas controlar os fluxos migratórios em função das exigências do bem comum», defendendo que no acolhimento, «deverá sempre cumprir-se no respeito pelas leis e conjugar-se, se necessário, com uma repressão firme dos abusos».
«No pleno respeito da laicidade das instituições», o Papa exige aos responsáveis da União Europeia (UE) que considerem três pontos, sendo o primeiro dos quais «o direito das igrejas e das comunidades religiosas de se organizarem livremente, em conformidade com os seus próprios estatutos e as suas convicções».
O segundo ponto assenta no reconhecimento do «respeito e identidade específica das confissões religiosas e o facto de se prever um diálogo estruturado entre a UE e essas mesmas confissões» e, no terceiro ponto, «o respeito pelo estatuto jurídico de que gozam já as igrejas e as instituições religiosas decorrente das legislações dos Estados membros da UE».
João Paulo II considera que «é responsabilidade das autoridades públicas controlar os fluxos migratórios em função das exigências do bem comum», defendendo que no acolhimento, «deverá sempre cumprir-se no respeito pelas leis e conjugar-se, se necessário, com uma repressão firme dos abusos».