JCP contra co-incineração
A JCP manifestou-se contra a co-incineração na cimenteira da Secil na Serra da Arrábida. Conscientes da necessidade de eliminação dos resíduos industriais perigosos (rip’s), os jovens comunistas consideram que a incineração deve ser opção em última instância.
«A problemática da queima dos rip’s tem sido encarada de forma irresponsável por parte do Governo português ao serem enviados para outros países ao invés de ser encontradas soluções em Portugal», acusa a JCP, em nota de imprensa, sublinhando que a «insistência» de José Sócrates «revela-se numa atitude prepotente, cega às vontades da população e do poder autárquico».
Com os devidos investimentos, informam os jovens comunistas, em centros integrados de recuperação, valorização e eliminação de resíduos industriais perigosos (CIRVER) apenas 10 por cento das 250 mil toneladas de rip’s que anualmente Portugal produz teriam de ser tratados pela via da incineração.
«Outras soluções poderão ser encontradas para ajudar a diminuir o problema como a necessidade de redução da produção, através do investimento em indústria limpa e tecnologicamente mais avançada, que aponta a possibilidade e a necessidade de proceder a um tratamento destes resíduos com base na sua recuperação, valorização e regeneração», afirma a JCP, recordando que a intenção deste Governo é «a mais lucrativa para as cimenteiras».
Para os jovens comunistas, o facto de a queima dos rip’s ser o próprio combustível de que a cimenteira necessita para fabricar o seu produto o prova. «Esta situação vai fazer com que haja uma competição entre as cimenteiras e os CIRVER que, nestes sim se devia investir e potenciar tendo em conta que não só dão resposta em grande parte ao problema colocado como não são prejudiciais nem ao ambiente nem à saúde pública», afirmam.
Dados desconhecidos
Entretanto, os danos causados pela co-incineração são desconhecidos e dividem a comunidade científica. «Também por este motivo deve ser posta em causa a instalação de uma cimenteira próxima da cidade de Setúbal e Azeitão no Parque Natural da Serra da Arrábida, zona protegida pelo próprio Estado Português que inclui espécies vegetais e animais protegidas e únicas no nosso País e no mundo», continua a JCP, lembrando que a Serra da Arrábida está integrada na Rede Natura 2000, é candidata a património da humanidade e «é uma das mais belas do mundo».
A questão dos transportes dos resíduos é outro dos problemas que preocupam os jovens comunistas, sendo que o meio mais seguro seria o ferroviário, inexistente perto da cimenteira do Outão e as estradas são deterioradas, perigosas para tal finalidade.
«A JCP diz não à co-incineração na Serra da Arrábida como em qualquer outro sítio sem que sejam potenciadas e investidas as medidas necessárias ao ideal funcionamento dos CIRVER, por uma política de reciclagem, de renovação e de reutilização dos rip’s adequada às necessidades do País, por uma eliminação dos resíduos industriais perigosos decente sem que cause qualquer tipo de danos nem ao ambiente nem às populações», concluem os jovens comunistas.
Com os devidos investimentos, informam os jovens comunistas, em centros integrados de recuperação, valorização e eliminação de resíduos industriais perigosos (CIRVER) apenas 10 por cento das 250 mil toneladas de rip’s que anualmente Portugal produz teriam de ser tratados pela via da incineração.
«Outras soluções poderão ser encontradas para ajudar a diminuir o problema como a necessidade de redução da produção, através do investimento em indústria limpa e tecnologicamente mais avançada, que aponta a possibilidade e a necessidade de proceder a um tratamento destes resíduos com base na sua recuperação, valorização e regeneração», afirma a JCP, recordando que a intenção deste Governo é «a mais lucrativa para as cimenteiras».
Para os jovens comunistas, o facto de a queima dos rip’s ser o próprio combustível de que a cimenteira necessita para fabricar o seu produto o prova. «Esta situação vai fazer com que haja uma competição entre as cimenteiras e os CIRVER que, nestes sim se devia investir e potenciar tendo em conta que não só dão resposta em grande parte ao problema colocado como não são prejudiciais nem ao ambiente nem à saúde pública», afirmam.
Dados desconhecidos
Entretanto, os danos causados pela co-incineração são desconhecidos e dividem a comunidade científica. «Também por este motivo deve ser posta em causa a instalação de uma cimenteira próxima da cidade de Setúbal e Azeitão no Parque Natural da Serra da Arrábida, zona protegida pelo próprio Estado Português que inclui espécies vegetais e animais protegidas e únicas no nosso País e no mundo», continua a JCP, lembrando que a Serra da Arrábida está integrada na Rede Natura 2000, é candidata a património da humanidade e «é uma das mais belas do mundo».
A questão dos transportes dos resíduos é outro dos problemas que preocupam os jovens comunistas, sendo que o meio mais seguro seria o ferroviário, inexistente perto da cimenteira do Outão e as estradas são deterioradas, perigosas para tal finalidade.
«A JCP diz não à co-incineração na Serra da Arrábida como em qualquer outro sítio sem que sejam potenciadas e investidas as medidas necessárias ao ideal funcionamento dos CIRVER, por uma política de reciclagem, de renovação e de reutilização dos rip’s adequada às necessidades do País, por uma eliminação dos resíduos industriais perigosos decente sem que cause qualquer tipo de danos nem ao ambiente nem às populações», concluem os jovens comunistas.