Polónia abre caça às bruxas
O parlamento polaco aprovou, na sexta-feira, 21, uma lei que obriga todas as personalidades públicas, altos funcionários e magistrados, bem como pessoal docente e jornalistas a divulgar eventuais ligações com os serviços secretos durante o anterior regime socialista.
Em consequência da nova lei, os cidadãos visados deverão solicitar obrigatoriamente ao Instituto da Memória Nacional, entidade que gere os arquivos dos antigos serviços de informações, um certificado sobre o seu passado. Quem se recusar a pedir o atestado ou vier a ser acusado de colaboração arrisca-se a perder o emprego.
Ao contrário da legislação vigente, que apenas exigia semelhante declaração aos deputados, senadores, ministros e magistrados, calcula-se que a nova lei afectará a vida de centenas de milhares de cidadãos polacos.
A excepção são os membros do clero que ficam isentos de apresentar o atestado, apesar de o Instituto da Memória afirmar que entre 10 a 15 por cento dos clérigos colaboraram com os anteriores serviços de informações.
Em consequência da nova lei, os cidadãos visados deverão solicitar obrigatoriamente ao Instituto da Memória Nacional, entidade que gere os arquivos dos antigos serviços de informações, um certificado sobre o seu passado. Quem se recusar a pedir o atestado ou vier a ser acusado de colaboração arrisca-se a perder o emprego.
Ao contrário da legislação vigente, que apenas exigia semelhante declaração aos deputados, senadores, ministros e magistrados, calcula-se que a nova lei afectará a vida de centenas de milhares de cidadãos polacos.
A excepção são os membros do clero que ficam isentos de apresentar o atestado, apesar de o Instituto da Memória afirmar que entre 10 a 15 por cento dos clérigos colaboraram com os anteriores serviços de informações.