Classes baixas envelhecem mais depressa
Um curioso estudo, divulgado dia 20 na Grã-Bretanha, constatou que a pertença a camadas sociais inferiores pode traduzir-se num envelhecimento mais rápido dos indivíduos. A conclusão é de uma unidade do St. Thomas Hospital de Londres que acompanhou 1552 mulheres britânicas gémeas (falsas e verdadeiras), com idades entre os 18 e os 75 anos.
Os cientistas interessaram-se em particular pelos casos em que irmãs gémeas evoluíram em camadas sociais distintas, designadamente em resultado dos respectivos casamentos.
Através da análise da extremidade dos cromossomas, constaram uma diferença biológica de sete anos entre indivíduos, que não era explicável unicamente por hábitos de consumo, como o tabaco, cuidados de higiene, obesidade e outros.
Segundo os investigadores, apenas o stress poderá explicar tais diferenças, ao acelerar o envelhecimento das células. A origem deste stress, acrescentam, está no facto de as camadas baixas sentirem mais insegurança de emprego e menos auto-estima que as camadas mais favorecidas.
Os cientistas interessaram-se em particular pelos casos em que irmãs gémeas evoluíram em camadas sociais distintas, designadamente em resultado dos respectivos casamentos.
Através da análise da extremidade dos cromossomas, constaram uma diferença biológica de sete anos entre indivíduos, que não era explicável unicamente por hábitos de consumo, como o tabaco, cuidados de higiene, obesidade e outros.
Segundo os investigadores, apenas o stress poderá explicar tais diferenças, ao acelerar o envelhecimento das células. A origem deste stress, acrescentam, está no facto de as camadas baixas sentirem mais insegurança de emprego e menos auto-estima que as camadas mais favorecidas.