Juntas médicas da PSP são «farsa»
As juntas médicas da PSP são uma farsa, acusa a direcção nacional do Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP/PSP), em comunicado. Os sindicalistas consideram que as juntas não são um acto médico, mas sim administrativo, «cumprido com a mais refinada e grosseira negligência e fundamentado num regulamento obsoleto».
«As juntas médicas são presididas por comandantes e os médicos são simples marionetas do comando, obedecendo às suas ordens e determinações, em prejuízo da saúde dos doentes. Vários são os polícias que, sofrendo de doenças, são aconselhados pelos médicos da PSP em voz ciciada: “Agarre-se a um médico lá fora que eu não posso fazer nada por causa do comandante”», revela o SPP.
O sindicato vai colocar a questão aos grupos parlamentares, ao Provedor de Justiça, à Ordem dos Médicos, ao Ministério da Administração Interna e à Inspecção-Geral da Administração Interna. Porque «os polícias são seres humanos, não meros números. Merecem mais respeito, tratamento, consideração, melhores médicos e comandantes humanizados.»
«As juntas médicas são presididas por comandantes e os médicos são simples marionetas do comando, obedecendo às suas ordens e determinações, em prejuízo da saúde dos doentes. Vários são os polícias que, sofrendo de doenças, são aconselhados pelos médicos da PSP em voz ciciada: “Agarre-se a um médico lá fora que eu não posso fazer nada por causa do comandante”», revela o SPP.
O sindicato vai colocar a questão aos grupos parlamentares, ao Provedor de Justiça, à Ordem dos Médicos, ao Ministério da Administração Interna e à Inspecção-Geral da Administração Interna. Porque «os polícias são seres humanos, não meros números. Merecem mais respeito, tratamento, consideração, melhores médicos e comandantes humanizados.»