STAL consternado com mais seis mortes

O flagelo dos incêndios continua a matar

O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) manifesta o seu mais profundo pesar pela morte de seis bombeiros no desempenho da sua profissão.
Seis bombeiros morreram, domingo, quando combatiam um incêndio na freguesia de Famalicão, Guarda. Consternado com esta tragédia, o STAL, em nota de imprensa, difundida segunda-feira, reclamou, entretanto, do Governo um grupo de trabalho para as áreas dos bombeiros e da protecção civil que envolva o Ministério da Administração Interna como órgão de tutela deste sector, a Associação Nacional dos Municípios Portugueses, como representantes das autarquias, a Liga dos Bombeiros Portugueses, como representantes das direcções e comandos dos Corpos de Bombeiros e o STAL como representante dos trabalhadores, que independentemente do regime, desempenham a sua função na protecção e no socorro de pessoas e bens.
«Só com o envolvimento de todos os sectores ligados a tão nobre causa, poderá ser posto o fim a este terrível tormento», afirma o STAL, reclamando «um rigoroso inquérito, onde possam ser apuradas as verdadeiras razões que ceifaram a vida a mais seis abnegados bombeiros, empenhados no combate a um flagelo que dura há mais de 30 anos».
«Nesta hora de luto», o STAL, continua o documento, «solidariza-se com todos aqueles que nas mais variadas formas, desempenham funções no combate aos fogos florestais e na protecção das populações, endereçando às famílias enlutadas os mais sentidos pêsames».


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