Japão e EUA apertam cerco
O Conselho de Segurança das Nações Unidas agendou para esta semana a discussão de um projecto de resolução, apresentado pelo Japão, que pede sanções económicas contra a RPD da Coreia e deixa em aberto a possibilidade de uma intervenção militar na península.
Em causa estão os testes com mísseis balísticos realizados a meio da semana passada pelo governo de Pyongyang. Responsáveis da Coreia do Norte já vieram dizer que a intenção não era provocar ninguém, mas tão somente colocar à prova a capacidade defensiva do país, como o fazem, aliás, todas as potências militares, esclareceram. O executivo de Pyongyang diz-se acrescido de razões na medida em que as ameaças dos EUA têm sido uma constante ao longo dos anos.
Os vizinhos da Coreia do Sul não receberam com agrado o lançamento de sete projécteis para o Mar do Japão, mas após a resolução apresentada por Tóquio, Seul veio acusar o governo nipónico de «acicatar os ânimos» na região.
Entretanto, os EUA enviaram um «negociador» para a Ásia. Christopher Hill é o nome indicado por Washington para procurar concertar posições com os restantes membros permanentes do CS da ONU quanto ao projecto de resolução, sobretudo com a Rússia e a China.
Pequim já foi adiantando que não vê com bons olhos a imposição de sanções de nenhuma espécie à RPD da Coreia e ameaçou vetar uma resolução que passe além da condenação e do apelo ao diálogo. Moscovo pronunciou-se de forma mais cautelosa, uma vez que não pretende «azedar» à partida a cimeira do G8, a qual se inicia este sábado em São Petersburgo.
Em causa estão os testes com mísseis balísticos realizados a meio da semana passada pelo governo de Pyongyang. Responsáveis da Coreia do Norte já vieram dizer que a intenção não era provocar ninguém, mas tão somente colocar à prova a capacidade defensiva do país, como o fazem, aliás, todas as potências militares, esclareceram. O executivo de Pyongyang diz-se acrescido de razões na medida em que as ameaças dos EUA têm sido uma constante ao longo dos anos.
Os vizinhos da Coreia do Sul não receberam com agrado o lançamento de sete projécteis para o Mar do Japão, mas após a resolução apresentada por Tóquio, Seul veio acusar o governo nipónico de «acicatar os ânimos» na região.
Entretanto, os EUA enviaram um «negociador» para a Ásia. Christopher Hill é o nome indicado por Washington para procurar concertar posições com os restantes membros permanentes do CS da ONU quanto ao projecto de resolução, sobretudo com a Rússia e a China.
Pequim já foi adiantando que não vê com bons olhos a imposição de sanções de nenhuma espécie à RPD da Coreia e ameaçou vetar uma resolução que passe além da condenação e do apelo ao diálogo. Moscovo pronunciou-se de forma mais cautelosa, uma vez que não pretende «azedar» à partida a cimeira do G8, a qual se inicia este sábado em São Petersburgo.