Contra a «desactivação» da Linha do Sado
As câmaras municipais de Setúbal, Barreiro, Moita e Palmela vão solicitar uma audiência ao ministro das Obras Públicas e Transportes para tentar impedir a «desactivação» da Linha do Sado.
A decisão de avançar com um pedido de audiência ao ministro dos Transportes e Comunicações foi tomada, sexta-feira, após um encontro intermunicipal sobre a «Importância Estratégica da Linha do Sado no Desenvolvimento Local e Regional», realizado no Barreiro.
Além do pedido de audiência, as quatro autarquias vão também solicitar reuniões com a secretária de Estado dos Transportes, grupos parlamentares e Comissão Parlamentar de Obras Públicas e Transportes e aos conselhos de administração da CP, da REFER (Rede Ferroviária Nacional) e EMEF (Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário).
Os representantes das quatro autarquias, todas da CDU, e das comissões de utentes, comissões de trabalhadores, sindicatos e associações de estudantes, alegam que a transportadora CP pretende transformar a actual linha do Sado numa ligação mais curta, entre o Barreiro e o Pinhal Novo (Palmela) ficando a exploração do troço Pinhal Novo/Setúbal exclusivamente a cargo da Fertagus.
Segundo uma nota de imprensa da Câmara de Setúbal, trata-se de uma alteração que vai obrigar os utentes a utilizar vários transportes para efectuarem o percurso entre Barreiro e Praias-do-Sado (Setúbal) ou a optarem pelo transporte individual.
«Em vez de um único meio de transporte, o comboio, o percurso correspondente à Linha do Sado terá de ser feito com o recurso a pelo menos três transportes: comboio da CP entre o Barreiro e o Pinhal Novo, composição da Fertagus até Setúbal e autocarro para as Praias do Sado», esclarece a autarquia comunista.
As câmaras municipais dos quatro concelhos consideram que as alterações em causa representam um «desinvestimento no sector» e defendem que, para além da manutenção da Linha do Sado, é necessária a electrificação do troço entre Barreiro e Pinhal Novo (o percurso Pinhal Novo/Setúbal já está electrificado).
A decisão de avançar com um pedido de audiência ao ministro dos Transportes e Comunicações foi tomada, sexta-feira, após um encontro intermunicipal sobre a «Importância Estratégica da Linha do Sado no Desenvolvimento Local e Regional», realizado no Barreiro.
Além do pedido de audiência, as quatro autarquias vão também solicitar reuniões com a secretária de Estado dos Transportes, grupos parlamentares e Comissão Parlamentar de Obras Públicas e Transportes e aos conselhos de administração da CP, da REFER (Rede Ferroviária Nacional) e EMEF (Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário).
Os representantes das quatro autarquias, todas da CDU, e das comissões de utentes, comissões de trabalhadores, sindicatos e associações de estudantes, alegam que a transportadora CP pretende transformar a actual linha do Sado numa ligação mais curta, entre o Barreiro e o Pinhal Novo (Palmela) ficando a exploração do troço Pinhal Novo/Setúbal exclusivamente a cargo da Fertagus.
Segundo uma nota de imprensa da Câmara de Setúbal, trata-se de uma alteração que vai obrigar os utentes a utilizar vários transportes para efectuarem o percurso entre Barreiro e Praias-do-Sado (Setúbal) ou a optarem pelo transporte individual.
«Em vez de um único meio de transporte, o comboio, o percurso correspondente à Linha do Sado terá de ser feito com o recurso a pelo menos três transportes: comboio da CP entre o Barreiro e o Pinhal Novo, composição da Fertagus até Setúbal e autocarro para as Praias do Sado», esclarece a autarquia comunista.
As câmaras municipais dos quatro concelhos consideram que as alterações em causa representam um «desinvestimento no sector» e defendem que, para além da manutenção da Linha do Sado, é necessária a electrificação do troço entre Barreiro e Pinhal Novo (o percurso Pinhal Novo/Setúbal já está electrificado).