Comunistas pelo emprego
O desemprego tem vindo a crescer em Portugal e com ele o surgimento de novas formas de pobreza. Neste sentido, os comunistas propuseram que a Câmara de Lisboa reforce o seu pessoal, nomeadamente para a conservação dos espaços verdes e limpeza urbana.
Contribuir para a resolução do problema do desemprego
Numa moção, apresentada anteontem, terça-feira, na Assembleia Municipal de Lisboa, o Grupo Municipal do PCP lançou um repto à vereação que tem a responsabilidade, nomeadamente, dos Espaços Verdes e Higiene Urbana, «no sentido de encarar esta via, em vez de passar para empresas externas toda esta vasta área».
No documento, os comunistas interrogaram ainda o Executivo PSD/CDS-PP se «está a encarar a melhor forma de contribuir para a resolução do problema do desemprego na cidade?» e «Quais as perspectivas futuras no que concerne à prestação de serviços essenciais à população, promovendo o emprego e a formação profissional?».
Na moção apresentada, fala-se ainda «do ataque permanente aos trabalhadores da Função Pública e a transformação de uma Administração Pública prestadora de serviços essenciais à população (saúde, educação, segurança, justiça) em meramente reguladora colocando direitos fundamentais na dependência da lei do lucro com a privatização destes serviços, transferindo para os utentes cada vez maiores custos, ilustra bem a estratégia seguida pelos diferentes governos».
Defender os interesses da cidade
No mesmo dia, o Grupo Municipal do PCP, numa recomendação sobre o «património imobiliário do Estado e interesses de Lisboa», propôs que a Câmara de Lisboa defenda «intransigentemente o interesse colectivo da cidade, através de um diálogo aberto com os interessados e da materialização no PDM das soluções que melhor sirvam Lisboa e os seus habitantes» e recomendou às Comissões Permanentes para Acompanhamento do PDM e de Urbanismo e Mobilidade para que, em ligação com a autarquia, «acompanhem, atentamente, o evoluir de toda esta situação, reportando o mesmo à Assembleia Municipal».
«Uma cidade não pode ser despida das suas referências histórico-sociais e culturais, sob pena de se transformar, progressivamente, num território “plastificado”, igual a tantos outros, o que, necessariamente, virá a pôr em causa a sua própria memória», afirmam os eleitos do PCP, dando conta dos anúncios oficiais de intenção de venda de inúmero património imobiliário do Estado, localizado na cidade de Lisboa.
Para os comunistas, este medida pode indiciar «uma vontade de obtenção de mais valias através da desactivação desses equipamentos públicos para dar lugar ao imobiliário privado».
Por seu lado, defendem que Lisboa «deve estar disponível para a inovação e renovação de funções com qualidade, que justifiquem a preservação do seu todo edificado, sendo certo que esse todo constitui um patriónio colectivo, cujo o futuro deve ser discutido e materializado».
Os deputados do PCP apresentaram ainda uma moção sobre a contagem de tempo de serviço dos funcionários da Câmara de Lisboa.
Bairro de São João de Brito
Abandono e perigos sanitários
Porque os moradores do Bairro São João de Brito vivem no local com diversos problemas de habitabilidade, em consequência do abandono por parte da Câmara de Lisboa e da própria Junta de Freguesia, os eleitos e dirigentes locais da CDU, acompanhados pelo vereador Manuel Figueiredo, deslocaram-se, sábado, àquele bairro para um contacto mais pormenorizado com a população.
Entre os problemas mais gritantes destaca-se a recolha de lixo que não é convenientemente efectuada, o que torna este bairro um local cheio de resíduos espalhados por todo o lado, e os vários problemas ambientais resultantes do desleixo do sector de Ambiente e Espaços Verdes. Segundo os habitantes, vêem-se ratos em plena rua, em vários pontos do bairro, constituindo naturalmente um foco de problemas sanitários.
«Estes moradores, que ainda não foram realojados, precisam de se sentir seguros e tranquilos no seu bairro, mas a autarquia (PSD/CDS-PP), nada fazendo, tudo faz para que os moradores, ao invés de se sentirem confortáveis, se sintam incomodados no seu próprio local de habitação», denunciam os eleitos da CDU.
No mesmo dia, os eleitos da Assembleia de Freguesia de São Domingos de Benfica e dirigentes locais da CDU, acompanhados pelo deputado municipal Modesto Navarro, deslocaram-se ao Bairro do Calhau para constatar os diversos problemas que afectam a população.
No documento, os comunistas interrogaram ainda o Executivo PSD/CDS-PP se «está a encarar a melhor forma de contribuir para a resolução do problema do desemprego na cidade?» e «Quais as perspectivas futuras no que concerne à prestação de serviços essenciais à população, promovendo o emprego e a formação profissional?».
Na moção apresentada, fala-se ainda «do ataque permanente aos trabalhadores da Função Pública e a transformação de uma Administração Pública prestadora de serviços essenciais à população (saúde, educação, segurança, justiça) em meramente reguladora colocando direitos fundamentais na dependência da lei do lucro com a privatização destes serviços, transferindo para os utentes cada vez maiores custos, ilustra bem a estratégia seguida pelos diferentes governos».
Defender os interesses da cidade
No mesmo dia, o Grupo Municipal do PCP, numa recomendação sobre o «património imobiliário do Estado e interesses de Lisboa», propôs que a Câmara de Lisboa defenda «intransigentemente o interesse colectivo da cidade, através de um diálogo aberto com os interessados e da materialização no PDM das soluções que melhor sirvam Lisboa e os seus habitantes» e recomendou às Comissões Permanentes para Acompanhamento do PDM e de Urbanismo e Mobilidade para que, em ligação com a autarquia, «acompanhem, atentamente, o evoluir de toda esta situação, reportando o mesmo à Assembleia Municipal».
«Uma cidade não pode ser despida das suas referências histórico-sociais e culturais, sob pena de se transformar, progressivamente, num território “plastificado”, igual a tantos outros, o que, necessariamente, virá a pôr em causa a sua própria memória», afirmam os eleitos do PCP, dando conta dos anúncios oficiais de intenção de venda de inúmero património imobiliário do Estado, localizado na cidade de Lisboa.
Para os comunistas, este medida pode indiciar «uma vontade de obtenção de mais valias através da desactivação desses equipamentos públicos para dar lugar ao imobiliário privado».
Por seu lado, defendem que Lisboa «deve estar disponível para a inovação e renovação de funções com qualidade, que justifiquem a preservação do seu todo edificado, sendo certo que esse todo constitui um patriónio colectivo, cujo o futuro deve ser discutido e materializado».
Os deputados do PCP apresentaram ainda uma moção sobre a contagem de tempo de serviço dos funcionários da Câmara de Lisboa.
Bairro de São João de Brito
Abandono e perigos sanitários
Porque os moradores do Bairro São João de Brito vivem no local com diversos problemas de habitabilidade, em consequência do abandono por parte da Câmara de Lisboa e da própria Junta de Freguesia, os eleitos e dirigentes locais da CDU, acompanhados pelo vereador Manuel Figueiredo, deslocaram-se, sábado, àquele bairro para um contacto mais pormenorizado com a população.
Entre os problemas mais gritantes destaca-se a recolha de lixo que não é convenientemente efectuada, o que torna este bairro um local cheio de resíduos espalhados por todo o lado, e os vários problemas ambientais resultantes do desleixo do sector de Ambiente e Espaços Verdes. Segundo os habitantes, vêem-se ratos em plena rua, em vários pontos do bairro, constituindo naturalmente um foco de problemas sanitários.
«Estes moradores, que ainda não foram realojados, precisam de se sentir seguros e tranquilos no seu bairro, mas a autarquia (PSD/CDS-PP), nada fazendo, tudo faz para que os moradores, ao invés de se sentirem confortáveis, se sintam incomodados no seu próprio local de habitação», denunciam os eleitos da CDU.
No mesmo dia, os eleitos da Assembleia de Freguesia de São Domingos de Benfica e dirigentes locais da CDU, acompanhados pelo deputado municipal Modesto Navarro, deslocaram-se ao Bairro do Calhau para constatar os diversos problemas que afectam a população.