«Lugar aos Verdes, hoje e sempre»
O Partido Ecologista «Os Verdes» aprovou a sua estratégia política e valorizou o partido como «voz imprescindível» na defesa das questões ambientais.
Os interesses económicos não podem prevalecer sobre os interesses das populações
No encerramento da X Convenção do Partido Ecologista «Os Verdes» (PEV), que se realizou nos dias 26 e 27, em Lisboa, Heloísa Apolónia prometeu «incomodar os interesses instalados». «Vamos no caminho certo para continuar a incomodar os interesses instalados», afirmou a dirigente e deputada ecologista.
Heloísa Apolónia apontou cinco «eixos de intervenção» prioritários para os próximos três anos para, «remando contra marés de desinformação», promover políticas que «agreguem a componente social, ambiental e económica».
Considerando que a opção do Governo pela «co-incineração a todo o custo é um verdadeiro crime», Heloísa Apolónia anunciou que o PEV marcou um agendamento potestativo para dia 14 de Junho para debater a questão.
«Os interesses económicos não podem prevalecer sobre os interesses das populações. Não aceitaremos que a co-incineração entre em funcionamento antes do s CIRVER (centros de recuperação e valorização de resíduos)», afirmou.
A defesa dos transportes colectivos e uma política que incentive a sua utilização, a poupança de energia e a promoção de acções contra a opção pelo nuclear, a garantia de acesso dos cidadãos aos serviços públicos essenciais são os outros eixos de intervenção prioritários do PEV, disse a deputada.
Heloísa Apolónia afirmou ainda que o PEV vai insistir com o Governo para que sejam criadas «zonas livres de organismos geneticamente modificados», argumentando que as populações «têm o direito de não querer» alimentos transgénicos.
Estes «eixos de intervenção» constam da moção global de estratégia que foi aprovada pela maioria dos delegados à X convenção nacional, com quatro abstenções.
Os delegados elegeram o novo Conselho Nacional - órgão máximo do PEV entre convenções - que teve uma renovação de 35 por cento e 46 por cento de representação feminina, segundo a deputada.
Heloísa Apolónia criticou os «partidos da alternância, PS e PSD» por não valorizarem as questões ambientais e prosseguirem «políticas de retrocesso social».
Heloísa Apolónia apontou cinco «eixos de intervenção» prioritários para os próximos três anos para, «remando contra marés de desinformação», promover políticas que «agreguem a componente social, ambiental e económica».
Considerando que a opção do Governo pela «co-incineração a todo o custo é um verdadeiro crime», Heloísa Apolónia anunciou que o PEV marcou um agendamento potestativo para dia 14 de Junho para debater a questão.
«Os interesses económicos não podem prevalecer sobre os interesses das populações. Não aceitaremos que a co-incineração entre em funcionamento antes do s CIRVER (centros de recuperação e valorização de resíduos)», afirmou.
A defesa dos transportes colectivos e uma política que incentive a sua utilização, a poupança de energia e a promoção de acções contra a opção pelo nuclear, a garantia de acesso dos cidadãos aos serviços públicos essenciais são os outros eixos de intervenção prioritários do PEV, disse a deputada.
Heloísa Apolónia afirmou ainda que o PEV vai insistir com o Governo para que sejam criadas «zonas livres de organismos geneticamente modificados», argumentando que as populações «têm o direito de não querer» alimentos transgénicos.
Estes «eixos de intervenção» constam da moção global de estratégia que foi aprovada pela maioria dos delegados à X convenção nacional, com quatro abstenções.
Os delegados elegeram o novo Conselho Nacional - órgão máximo do PEV entre convenções - que teve uma renovação de 35 por cento e 46 por cento de representação feminina, segundo a deputada.
Heloísa Apolónia criticou os «partidos da alternância, PS e PSD» por não valorizarem as questões ambientais e prosseguirem «políticas de retrocesso social».