Professores rejeitam transferências
A Fenprof e o Sindicato dos Professores da Região Centro exigem a suspensão do despacho que pretende obrigar a regressar às escolas de origem os docentes destacados para áreas próximas das suas residências, por motivo de doença.
No dia 20, a Fenprof solicitou à ministra da Educação a suspensão do despacho e disponibilizou-se para negociar.
Em causa, para a federação, estão as consequências humanas, pedagógicas e organizacionais. Os professores consideram que a tutela tem demonstrado uma «reprovável insensibilidade» neste processo que vem interromper o ano lectivo de muitos docentes, «sem sentido e de um dia para o outro».
Muitos destes professores têm, desde o início do ano lectivo, responsabilidades importantes nas escolas em que se encontram, trabalho que fica comprometido com a ordem do Ministério da Educação.
Chutar professores
O Sindicato dos Professores da Região Centro deu uma conferência de imprensa na segunda-feira, que contou com a presença de quatro professoras nesta situação. Segundo o dirigente sindical, Mário Nogueira, o ME pretende «chutar as pessoas para fora do sistema, porque são incómodas».
Em comum, as professoras em causa têm a situação de doença, que as impede de viajar diariamente e de se fixarem nas escolas do quadro onde foram inicialmente colocadas. As professoras estão colocadas na Guarda, Viseu, Castelo Branco e Coimbra, por motivos de tratamentos médicos, havendo inclusivamente casos de tratamentos oncológicos.
Para ontem, estava marcada uma audiência na Direcção Regional de Educação do Centro.
No dia 20, a Fenprof solicitou à ministra da Educação a suspensão do despacho e disponibilizou-se para negociar.
Em causa, para a federação, estão as consequências humanas, pedagógicas e organizacionais. Os professores consideram que a tutela tem demonstrado uma «reprovável insensibilidade» neste processo que vem interromper o ano lectivo de muitos docentes, «sem sentido e de um dia para o outro».
Muitos destes professores têm, desde o início do ano lectivo, responsabilidades importantes nas escolas em que se encontram, trabalho que fica comprometido com a ordem do Ministério da Educação.
Chutar professores
O Sindicato dos Professores da Região Centro deu uma conferência de imprensa na segunda-feira, que contou com a presença de quatro professoras nesta situação. Segundo o dirigente sindical, Mário Nogueira, o ME pretende «chutar as pessoas para fora do sistema, porque são incómodas».
Em comum, as professoras em causa têm a situação de doença, que as impede de viajar diariamente e de se fixarem nas escolas do quadro onde foram inicialmente colocadas. As professoras estão colocadas na Guarda, Viseu, Castelo Branco e Coimbra, por motivos de tratamentos médicos, havendo inclusivamente casos de tratamentos oncológicos.
Para ontem, estava marcada uma audiência na Direcção Regional de Educação do Centro.