Ferroviários defendem dispensa trimestral
A CP e a EMEF distribuíram, no dia 13, uma deliberação (datada de 30 de Março), assegurando que, no trimestre em curso, será respeitado o direito dos trabalhadores à dispensa trimestral, conforme estabelecido nos acordos de empresa em vigor, mas contrariando a intenção expressa pelas empresas nas negociações com o Sindicato dos Ferroviários.
Em comunicado, o SNTSF/CGTP-IN chamou a atenção para o facto da decisão ter sido divulgada dois dias depois da entrega de um pré-aviso de greve, abrangendo a CP e Refer, para permitir a participação dos trabalhadores numa acção de protesto, no dia 28. Uma das matérias contestadas é precisamente o direito a dois meios dias de dispensa por trimestre, sem perda de remuneração, que está ameaçado pelas administrações, pelo Governo que as nomeou e por organizações sindicais (da UGT e outras) sempre prontas para assinar de cruz.
«Esta é uma vitória dos trabalhadores, mas não é a solução definitiva quanto à garantia deste direito», considera o sindicato, apelando a que os trabalhadores utilizem a dispensa trimestral, neste trimestre e nos seguintes, como meio mais eficaz de a defender, na CP, na Refer e na EMEF.
Continua a circular nas empresas um abaixo-assinado, repudiando o roubo nos salários e a cedência nos direitos (como a troca de quatro dias de dispensa anual, sem perda de remuneração, por três dias não remunerados), que resultariam do acordo firmado com outras estruturas sindicais. Na EMEF, em apenas três dias, foram recolhidas 800 assinaturas, entregues dia 6 à administração.
A «acção simbólica de protesto», no dia 28, entre as 11.30 e as 12 horas, mantém-se, na CP e na Refer.
Para dia 27, estão convocadas greves na EMEF, durante duas horas e meia, no período da tarde, pela manutenção dos direitos, mas também pela valorização dos salários, pela negociação do Regulamento de Carreiras e pela salvaguarda dos postos de trabalho.
O transporte de mercadorias ficou «praticamente paralisado», no dia 12, por efeito da greve, com adesão «quase total», dos trabalhadores da CP com as categorias de operadores de apoio, operadores de transportes e condutores, os quais, como informou o sindicato, lutam pelo cumprimento dos acordos firmados, pelo respeito do conteúdo funcional estabelecido no regulamento de carreiras e por melhores condições de trabalho. «Alguns comboios realizaram-se por recurso a trabalhadores doutras categorias, que substituíram trabalhadores em greve, numa clara violação da lei», denunciou o SNTSF/CGTP-IN.
Em comunicado, o SNTSF/CGTP-IN chamou a atenção para o facto da decisão ter sido divulgada dois dias depois da entrega de um pré-aviso de greve, abrangendo a CP e Refer, para permitir a participação dos trabalhadores numa acção de protesto, no dia 28. Uma das matérias contestadas é precisamente o direito a dois meios dias de dispensa por trimestre, sem perda de remuneração, que está ameaçado pelas administrações, pelo Governo que as nomeou e por organizações sindicais (da UGT e outras) sempre prontas para assinar de cruz.
«Esta é uma vitória dos trabalhadores, mas não é a solução definitiva quanto à garantia deste direito», considera o sindicato, apelando a que os trabalhadores utilizem a dispensa trimestral, neste trimestre e nos seguintes, como meio mais eficaz de a defender, na CP, na Refer e na EMEF.
Continua a circular nas empresas um abaixo-assinado, repudiando o roubo nos salários e a cedência nos direitos (como a troca de quatro dias de dispensa anual, sem perda de remuneração, por três dias não remunerados), que resultariam do acordo firmado com outras estruturas sindicais. Na EMEF, em apenas três dias, foram recolhidas 800 assinaturas, entregues dia 6 à administração.
A «acção simbólica de protesto», no dia 28, entre as 11.30 e as 12 horas, mantém-se, na CP e na Refer.
Para dia 27, estão convocadas greves na EMEF, durante duas horas e meia, no período da tarde, pela manutenção dos direitos, mas também pela valorização dos salários, pela negociação do Regulamento de Carreiras e pela salvaguarda dos postos de trabalho.
O transporte de mercadorias ficou «praticamente paralisado», no dia 12, por efeito da greve, com adesão «quase total», dos trabalhadores da CP com as categorias de operadores de apoio, operadores de transportes e condutores, os quais, como informou o sindicato, lutam pelo cumprimento dos acordos firmados, pelo respeito do conteúdo funcional estabelecido no regulamento de carreiras e por melhores condições de trabalho. «Alguns comboios realizaram-se por recurso a trabalhadores doutras categorias, que substituíram trabalhadores em greve, numa clara violação da lei», denunciou o SNTSF/CGTP-IN.