Polícias protestam
A ASPP PSP assinala amanhã, na Voz do Operário, os 17 anos do episódio dos «secos e molhados», afirmando que muitas das reivindicações de então ainda hoje estão actuais.
O Governo é o principal acusado
A negociação colectiva e o direito à greve destacam-se nas faixas colocadas nas principais artérias de Lisboa, a anunciar a jornada de luta de amanhã, promovida pela Associação Sindical dos Profissionais de Polícia. No final da reunião, a ASPP PSP vai entregar ao ministro da Administração Interna um caderno reivindicativo, com especial enfoque na exigência de melhores esquadras.
O presidente da associação sindical, Paulo Rodrigues, referiu à agência Lusa, a título de exemplo, o desabamento de um tecto na Divisão de Investigação Criminal da PSP, no Porto, na madrugada de sábado, sublinhando que a generalidade das instalações policiais do Porto não tem «condições de dignidade», como sucede em Lisboa (caso da esquadra do Rossio).
A 21 de Abril de 1989, contra polícias fardados que se manifestavam em Lisboa, foram enviados polícias com canhões de água.
Hoje, a ASPP afirma que o Governo não tem respeitado a lei sindical, não tem respeitado a negociação colectiva, não há uma compensação pelo risco, quando os polícias arriscam a vida dia a dia, como foi referido na assembleia-geral de 31 de Março, em Peniche, que marcou a jornada de amanhã.
Anteontem, a Coordenadora Permanente dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança (Polícia Marítima, SEF, guardas prisionais, PSP e GNR) anunciou para 7 de Junho uma concentração, em Lisboa, para reivindicar melhores condições de trabalho e diálogo com o Governo.
Mais de 90 por cento dos funcionários de investigação criminal da Polícia Judiciária aderiram à greve de segunda-feira, contra os cortes orçamentais e a postura do Governo, revelou dia 17 a ASFIC, que vai agora apresentar as suas reivindicações em instâncias europeias e não afastou um cenário de nova greve.
O presidente da associação sindical, Paulo Rodrigues, referiu à agência Lusa, a título de exemplo, o desabamento de um tecto na Divisão de Investigação Criminal da PSP, no Porto, na madrugada de sábado, sublinhando que a generalidade das instalações policiais do Porto não tem «condições de dignidade», como sucede em Lisboa (caso da esquadra do Rossio).
A 21 de Abril de 1989, contra polícias fardados que se manifestavam em Lisboa, foram enviados polícias com canhões de água.
Hoje, a ASPP afirma que o Governo não tem respeitado a lei sindical, não tem respeitado a negociação colectiva, não há uma compensação pelo risco, quando os polícias arriscam a vida dia a dia, como foi referido na assembleia-geral de 31 de Março, em Peniche, que marcou a jornada de amanhã.
Anteontem, a Coordenadora Permanente dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança (Polícia Marítima, SEF, guardas prisionais, PSP e GNR) anunciou para 7 de Junho uma concentração, em Lisboa, para reivindicar melhores condições de trabalho e diálogo com o Governo.
Mais de 90 por cento dos funcionários de investigação criminal da Polícia Judiciária aderiram à greve de segunda-feira, contra os cortes orçamentais e a postura do Governo, revelou dia 17 a ASFIC, que vai agora apresentar as suas reivindicações em instâncias europeias e não afastou um cenário de nova greve.