Defender Cuba é comemorar Abril
Fez agora trinta anos que ocorreu um atentado bombista contra a Embaixada de Cuba em Lisboa, provocando a morte a dois diplomatas cubanos. Para assinalar a data o núcleo de Setúbal da Associação de Amizade Portugal-Cuba organizou um almoço, o qual, dada a proximidade da data, foi também comemorativo do 25 de Abril.
Assim, cerca de uma centena de amigos de Cuba juntaram-se na cooperativa de habitação «Benvinda a Liberdade», no Faralhão, concelho de Setúbal. Entre outros, podiam-se ver António Areias, presidente da cooperativa, Odete Santos, deputada do PCP, o capitão de Abril, Diniz de Almeida, o vereador da Câmara de Setúbal, Aranha Figueiredo, José Casanova, da Comissão Política do CC do PCP, e Mercedes Martinez, conselheira da Embaixada de Cuba.
De assinalar a presença de uma dezena de trabalhadores cubanos que participam, voluntariamente, no trabalho da cooperativa, demonstrando assim que a solidariedade internacionalista da Revolução Cubana não se resume a palavras – é acção concreta. Foram estes mesmos trabalhadores que confeccionaram a ementa creoula do repasto.
Solidariedade internacionalista
Odete Santos fez a intervenção de abertura, tendo dito, referindo-se a Vasco Gonçalves: «ele foi o primeiro-ministro de Abril, aquele que foi verdadeiramente o símbolo das aspirações e anseios do País». A assistência, de pé, aplaudiu emotivamente as palavras da deputada do PCP.
Sobre Cuba, José Casanova disse «que a solidariedade é um imperativo para todos os homens, mulheres e jovens que, em todo o mundo, não desistem de lutar por um futuro liberto de todas as formas de opressão e exploração. Um dos aspectos em que essa solidariedade se deve expressar de forma intensa é sobre a situação dos cinco cubanos presos injustamente nas prisões do império».
José Casanova terminou a sua intervenção dizendo: «Nós estamos com Cuba, com o povo cubano, estamos com o Partido Comunista de Cuba, estamos com a Revolução Cubana e sabemos que Cuba vencerá!».
Por seu lado, Diniz de Almeida lembrou alguns aspectos da Revolução portuguesa, lamentou que muitos dos homens de Abril tenham sido esquecidos, apontando o dedo «à comunicação social que, de uma forma ou de outra, tantas vezes desvirtuou a luta de todos nós – oficiais, sargentos e praças do 25 de Abril».
As intervenções foram encerradas por Mercedes Martinez, conselheira da Embaixada de Cuba, que depois de dar um retracto da situação que se vive em Cuba e da sua heróica resistência ao imperialismo, agradeceu a todos os presentes pela realização desta iniciativa. - Luís Amaro
De assinalar a presença de uma dezena de trabalhadores cubanos que participam, voluntariamente, no trabalho da cooperativa, demonstrando assim que a solidariedade internacionalista da Revolução Cubana não se resume a palavras – é acção concreta. Foram estes mesmos trabalhadores que confeccionaram a ementa creoula do repasto.
Solidariedade internacionalista
Odete Santos fez a intervenção de abertura, tendo dito, referindo-se a Vasco Gonçalves: «ele foi o primeiro-ministro de Abril, aquele que foi verdadeiramente o símbolo das aspirações e anseios do País». A assistência, de pé, aplaudiu emotivamente as palavras da deputada do PCP.
Sobre Cuba, José Casanova disse «que a solidariedade é um imperativo para todos os homens, mulheres e jovens que, em todo o mundo, não desistem de lutar por um futuro liberto de todas as formas de opressão e exploração. Um dos aspectos em que essa solidariedade se deve expressar de forma intensa é sobre a situação dos cinco cubanos presos injustamente nas prisões do império».
José Casanova terminou a sua intervenção dizendo: «Nós estamos com Cuba, com o povo cubano, estamos com o Partido Comunista de Cuba, estamos com a Revolução Cubana e sabemos que Cuba vencerá!».
Por seu lado, Diniz de Almeida lembrou alguns aspectos da Revolução portuguesa, lamentou que muitos dos homens de Abril tenham sido esquecidos, apontando o dedo «à comunicação social que, de uma forma ou de outra, tantas vezes desvirtuou a luta de todos nós – oficiais, sargentos e praças do 25 de Abril».
As intervenções foram encerradas por Mercedes Martinez, conselheira da Embaixada de Cuba, que depois de dar um retracto da situação que se vive em Cuba e da sua heróica resistência ao imperialismo, agradeceu a todos os presentes pela realização desta iniciativa. - Luís Amaro