Integração de Portugal na CEE/UE
Os deputados do PCP no Parlamento Europeu, Ilda Figueiredo e Pedro Guerreiro, participaram numa jornada de balanço aos 20 anos de integração de Portugal na CEE/UE, que teve lugar na Madeira, nos dias 7 e 8 de Abril.
Durante estes dias de trabalho, os deputados comunistas estabeleceram contactos com diversas entidades, analisando estas duas décadas de integração na Europa Comunitária e o seu efeito sobre a Região Autónoma da Madeira, aos mais diversos níveis.
No debate que encerrou este conjunto de iniciativas, Ilda Figueiredo defendeu a continuação dos apoios provenientes da UE para a Madeira, advertindo que tais ajudas irão, inevitavelmente, acabar, e, quando tal acontecer, é importante que a Região esteja preparada para tal.
Os dinheiros comunitários serviram para fazer obras essenciais e para financiar projectos empresariais, mas a sua aplicação não foi devidamente fiscalizada, pois muitos fundos foram mal utilizados. Exemplo disso são as empresas que receberam verbas para reconversão e formação, mas que, findas as aplicações, logo fecharam, lançando no desemprego muitos trabalhadores.
Ilda Figueiredo e Pedro Guerreiro defenderam a continuação das ajudas comunitárias para a Madeira tendo em conta a situação de ultraperiferia desta Região e os custos adicionais com os transportes. Mas, é igualmente essencial canalizar verbas para a formação das pessoas, de forma a dotar a RAM de meios para enfrentar os desafios que se nos colocam no âmbito comunitário.
Igualmente debatidos foram os perigos que corre a Europa, especialmente no que concerne às políticas neoliberais que ganham cada vez mais terreno e colocam em risco os direitos dos trabalhadores, com todas as tentativas que se têm vindo a fazer para flexibilizar os contratos de trabalho.
Em defesa dos vitivinicultores
Dias antes, na decorrência do amplo trabalho realizado pelos eurodeputados do PCP, Ilda Figueiredo, fez uma pergunta ao Parlamento Europeu, em defesa dos vitivinicultores na comercialização do vinho.
«Na visita a várias explorações vitivinícolas e adegas cooperativas de diversas zonas de Portugal, pude constatar que há grandes preocupações com o futuro, sobretudo as dificuldades de comercialização do vinho, tendo em conta a redução da protecção aduaneira, no âmbito da OMC; o acordo da Comissão com os EUA e a ameaça que paira sobre as indicações geográficas protegidas e as denominações de origem protegidas.», constata a eurodeputada do PCP, interrogando o Parlamento Europeu: «Que medicas está a tomar para apoiar a comercialização do vinho produzido nos países da União Europeia?» e «Como vão ser defendidas as indicações geográficas protegidas e as denominações de origem protegidas tendo em conta a sua importância para países como Portugal?».
No debate que encerrou este conjunto de iniciativas, Ilda Figueiredo defendeu a continuação dos apoios provenientes da UE para a Madeira, advertindo que tais ajudas irão, inevitavelmente, acabar, e, quando tal acontecer, é importante que a Região esteja preparada para tal.
Os dinheiros comunitários serviram para fazer obras essenciais e para financiar projectos empresariais, mas a sua aplicação não foi devidamente fiscalizada, pois muitos fundos foram mal utilizados. Exemplo disso são as empresas que receberam verbas para reconversão e formação, mas que, findas as aplicações, logo fecharam, lançando no desemprego muitos trabalhadores.
Ilda Figueiredo e Pedro Guerreiro defenderam a continuação das ajudas comunitárias para a Madeira tendo em conta a situação de ultraperiferia desta Região e os custos adicionais com os transportes. Mas, é igualmente essencial canalizar verbas para a formação das pessoas, de forma a dotar a RAM de meios para enfrentar os desafios que se nos colocam no âmbito comunitário.
Igualmente debatidos foram os perigos que corre a Europa, especialmente no que concerne às políticas neoliberais que ganham cada vez mais terreno e colocam em risco os direitos dos trabalhadores, com todas as tentativas que se têm vindo a fazer para flexibilizar os contratos de trabalho.
Em defesa dos vitivinicultores
Dias antes, na decorrência do amplo trabalho realizado pelos eurodeputados do PCP, Ilda Figueiredo, fez uma pergunta ao Parlamento Europeu, em defesa dos vitivinicultores na comercialização do vinho.
«Na visita a várias explorações vitivinícolas e adegas cooperativas de diversas zonas de Portugal, pude constatar que há grandes preocupações com o futuro, sobretudo as dificuldades de comercialização do vinho, tendo em conta a redução da protecção aduaneira, no âmbito da OMC; o acordo da Comissão com os EUA e a ameaça que paira sobre as indicações geográficas protegidas e as denominações de origem protegidas.», constata a eurodeputada do PCP, interrogando o Parlamento Europeu: «Que medicas está a tomar para apoiar a comercialização do vinho produzido nos países da União Europeia?» e «Como vão ser defendidas as indicações geográficas protegidas e as denominações de origem protegidas tendo em conta a sua importância para países como Portugal?».