«Indispensável ao desenvolvimento da região»
A comissão de utentes da Linha do Sado apela a uma luta conjunta dos utentes, autarquias, estudantes do Politécnico de Setúbal e trabalhadores ferroviários para exigirem o comboio eléctrico entre Barreiro e Praias-do-Sado.
Manutenção das ligações ferroviárias que seja assegurada pela CP
Em comunicado, divulgado na passada semana, a Comissão de Utentes promete lutar contra o fim da exploração do troço Pinhal Novo/Praias do Sado, por parte da CP, e acusa a empresa ferroviária e o Governo de quererem abandonar a promessa pública do comboio eléctrico na Linha do Sado, que faz a ligação de Setúbal ao Barreiro e depois a Lisboa, com a travessia fluvial do rio Tejo.
«O Governo e a CP pretendem que a exploração da Linha do Sado venha a ficar inteiramente nas mãos da empresa privada FERTAGUS, empresa para quem o Estado faz todo o investimento necessário na linha e ainda lhe paga compensações pelo serviço prestado», refere o comunicado, que defende a manutenção das ligações ferroviárias asseguradas pela CP (com locomotivas diesel), entre Barreiro e Praias-do-Sado.
A comissão de Utentes justifica a preocupação com a paralisação, em Julho de 2005, dos trabalhos de electrificação do troço entre Pinhal Novo e o Barreiro, que já estão atrasados cerca de dois anos, e com a proposta apresentada pela CP à REFER, no princípio deste ano, para que o comboio com partida do Barreiro passe a ficar no Pinhal Novo.
«O comboio eléctrico na Linha do Sado é indispensável ao desenvolvimento da região», defende a Comissão de Utentes, que apela a uma luta conjunta dos utentes, autarquias e trabalhadores ferroviários, pelo cumprimento da promessa do comboio eléctrico em toda a extensão da linha do Sado, entre Barreiro e Praias-do-Sado.
«O Governo e a CP pretendem que a exploração da Linha do Sado venha a ficar inteiramente nas mãos da empresa privada FERTAGUS, empresa para quem o Estado faz todo o investimento necessário na linha e ainda lhe paga compensações pelo serviço prestado», refere o comunicado, que defende a manutenção das ligações ferroviárias asseguradas pela CP (com locomotivas diesel), entre Barreiro e Praias-do-Sado.
A comissão de Utentes justifica a preocupação com a paralisação, em Julho de 2005, dos trabalhos de electrificação do troço entre Pinhal Novo e o Barreiro, que já estão atrasados cerca de dois anos, e com a proposta apresentada pela CP à REFER, no princípio deste ano, para que o comboio com partida do Barreiro passe a ficar no Pinhal Novo.
«O comboio eléctrico na Linha do Sado é indispensável ao desenvolvimento da região», defende a Comissão de Utentes, que apela a uma luta conjunta dos utentes, autarquias e trabalhadores ferroviários, pelo cumprimento da promessa do comboio eléctrico em toda a extensão da linha do Sado, entre Barreiro e Praias-do-Sado.