Mulheres dão voz à paz
Cerca de 200 mulheres deputadas, dirigentes sindicais e partidárias de todos os quadrantes ideológicos do País Basco, à excepção da direita espanhola e francesa, subscreveram um manifesto apresentado no sábado, dia 8, exigindo «garantias democráticas necessárias» para que a decisão do povo basco seja respeitada mesmo que opte pela alteração do actual quadro jurídico-político.
Numa sessão em que participaram, entre outros, representantes das 25 organizações que apoiam o documento, os membros deste grupo denominado «Ahotsak» (vozes) comprometeram-se a serem «vozes para a paz», partindo do que as une e separa para «explorar passos em frente na busca da paz e da reconciliação».
«Trabalhar por um presente e um futuro de esperança obriga-nos a colocar na primeira linha, para além da nossa própria militância, uma militância comum em favor da paz face a tantos sabotadores que esta tem sempre em todos os conflitos».
Para as subscritoras «a paz não é um conceito é vazio, antes pelo contrário», tem uma ligação com a «democracia, a justiça social, com um processo de mudança que permita aos cidadãos e cidadãs dar por terminados os conflitos históricos e virar uma página no que respeita a direitos e liberdades».
No acto de apresentação do documento, que reuniu centenas de pessoas em São Sebastião, as mulheres subscritoras comprometeram-se «a reforçar o processo de paz e evitar que este entre num impasse e acabe num fracasso».
Numa sessão em que participaram, entre outros, representantes das 25 organizações que apoiam o documento, os membros deste grupo denominado «Ahotsak» (vozes) comprometeram-se a serem «vozes para a paz», partindo do que as une e separa para «explorar passos em frente na busca da paz e da reconciliação».
«Trabalhar por um presente e um futuro de esperança obriga-nos a colocar na primeira linha, para além da nossa própria militância, uma militância comum em favor da paz face a tantos sabotadores que esta tem sempre em todos os conflitos».
Para as subscritoras «a paz não é um conceito é vazio, antes pelo contrário», tem uma ligação com a «democracia, a justiça social, com um processo de mudança que permita aos cidadãos e cidadãs dar por terminados os conflitos históricos e virar uma página no que respeita a direitos e liberdades».
No acto de apresentação do documento, que reuniu centenas de pessoas em São Sebastião, as mulheres subscritoras comprometeram-se «a reforçar o processo de paz e evitar que este entre num impasse e acabe num fracasso».