Socialistas renovam maioria
A coligação socialista-liberal venceu a primeira volta das eleições legislativas, realizada no domingo, dia 9. O Partido Socialista (MSZP), liderado pelo actual primeiro-ministro, Ferenc Gyurcsany, alcançou 43,3 por cento dos votos, superando a oposição de direita (Fidesz), de Viktor Orban, que obteve 42,16 por cento.
O Partido Liberal (SDSZ), aliado dos socialistas, recolheu 6,29 por cento e os nacionalistas-conservadores do Fórum Democrático (MDF), próximo da oposição de direita, 5,03 por cento. Ambos ultrapassaram a barreira dos cinco por cento exigidos para eleger deputados.
Nesta a primeira volta foram eleitos 214 dos 386 lugares da câmara parlamentar, sendo 114 para a coligação socialista-liberal e 100 para a oposição. Os restantes lugares serão eleitos no numa segunda volta das legislativas a realizar dia 23.
A primeira volta de hoje teve a participação de 67,4 por cento dos eleitores, segundo a Comissão Nacional de Eleições.
Ferenc Gyurcsany, de 44 anos, chegou à liderança do Partido Socialista em 2004, ocupando a chefia do governo após a demissão forçada de Peter Medgyssy. Antigo militante da Juventude Comunista, Gyurcsany fez fortuna aproveitando a maré de privatizações selvagens que acompanhou a destruição do Estado socialista. Hoje, aposta na «abertura» da economia e afirma não ter medo da globalização.
O Partido Liberal (SDSZ), aliado dos socialistas, recolheu 6,29 por cento e os nacionalistas-conservadores do Fórum Democrático (MDF), próximo da oposição de direita, 5,03 por cento. Ambos ultrapassaram a barreira dos cinco por cento exigidos para eleger deputados.
Nesta a primeira volta foram eleitos 214 dos 386 lugares da câmara parlamentar, sendo 114 para a coligação socialista-liberal e 100 para a oposição. Os restantes lugares serão eleitos no numa segunda volta das legislativas a realizar dia 23.
A primeira volta de hoje teve a participação de 67,4 por cento dos eleitores, segundo a Comissão Nacional de Eleições.
Ferenc Gyurcsany, de 44 anos, chegou à liderança do Partido Socialista em 2004, ocupando a chefia do governo após a demissão forçada de Peter Medgyssy. Antigo militante da Juventude Comunista, Gyurcsany fez fortuna aproveitando a maré de privatizações selvagens que acompanhou a destruição do Estado socialista. Hoje, aposta na «abertura» da economia e afirma não ter medo da globalização.