Cavaco revela intolerância
A Comissão Política do PCP considera que a nomeação pelo Presidente da República dos cinco nomes para o Conselho de Estado «constitui um primeiro e significativo acto indiciador dos objectivos e conteúdos políticos que presidirão ao exercício daquele cargo». Em comunicado do passado dia 15, os comunistas denunciam que esta decisão de Cavaco Silva «rompe deliberadamente com o anterior critério que garantia, através da conjugação dos representantes eleitos pela Assembleia da República e dos elementos designados pela Presidência, a representação dos principais partidos neste órgão».
O PCP sublinha que a opção pelas cinco personalidades escolhidas por Cavaco Silva assenta num «estreito critério de cumplicidades partidárias e de “círculo de amigos”, em claro prejuízo de uma desejável observação de factores de representatividade e diversidade política que as competências e funções do Conselho de Estado necessariamente recomendam».
Para os comunistas, Cavaco Silva, com esta opção, «dá expressão a sua conhecida intolerância e dificuldade em lidar com «pontos de vista e opiniões diferentes». Ao decidir como decidiu, afirmou a Comissão Política do PCP, o actual Presidente da República «revelou uma esclarecedora, mas perigosa, opção por uma postura de Presidente, não de todos, como procura por palavras fazer acreditar, mas apenas daqueles portugueses que com ele estiveram e o apoiaram».
O PCP sublinha que a opção pelas cinco personalidades escolhidas por Cavaco Silva assenta num «estreito critério de cumplicidades partidárias e de “círculo de amigos”, em claro prejuízo de uma desejável observação de factores de representatividade e diversidade política que as competências e funções do Conselho de Estado necessariamente recomendam».
Para os comunistas, Cavaco Silva, com esta opção, «dá expressão a sua conhecida intolerância e dificuldade em lidar com «pontos de vista e opiniões diferentes». Ao decidir como decidiu, afirmou a Comissão Política do PCP, o actual Presidente da República «revelou uma esclarecedora, mas perigosa, opção por uma postura de Presidente, não de todos, como procura por palavras fazer acreditar, mas apenas daqueles portugueses que com ele estiveram e o apoiaram».