Povo exige referendo e constituinte
Em Quito, capital do Equador, prosseguem os protestos populares contra a assinatura do Tratado de Livre Comércio(TLC) com os EUA, acordo que, acusam, será o corolário do colonialismo económico norte-americano no país.
Em resposta à repressão violenta que as autoridades têm feito abater, nas duas últimas semanas, sobre os manifestantes, a Confederação de Nacionalidades Indígenas(CONAIE) anunciou não só a manutenção como também a radicalização dos protestos até que o governo ceda às exigências populares.
Luis Macas, da CONAIE, assegurou que os bloqueios nas estradas e as manifestações quase diárias vão continuar, e entre a esquerda equaciona-se já a hipóteses de reclamar a convocação de duas consultas populares: um referendo sobre a assinatura do TLC, e uma outra com vista à eleição de uma Assembleia Constituinte, na medida em que, nesta fase, o executivo não parece oferecer nem condições de manutenção do actual sistema político, nem legitimidade para falar em nome dos interesses populares, acrescentam.
A CONAIE denuncia ainda que a Agência Norte-Americana para o Desenvolvimento Internacional(USAID, na sigla inglesa), é o único sustentáculo do executivo equatoriano, o qual insiste em não decretar a caducidade dos contratos celebrados com a petrolífera Oxy, outro dos alvos do repúdio do povo.
Aos indígenas que mantém bloqueados os principais acessos nas províncias de Cotopaxi, Carchi, Imbabura, Bolívar, Tungurahua, Chimborazo e Azuay, juntaram-se, nos últimos dias, milhares de camponeses.
Em resposta à repressão violenta que as autoridades têm feito abater, nas duas últimas semanas, sobre os manifestantes, a Confederação de Nacionalidades Indígenas(CONAIE) anunciou não só a manutenção como também a radicalização dos protestos até que o governo ceda às exigências populares.
Luis Macas, da CONAIE, assegurou que os bloqueios nas estradas e as manifestações quase diárias vão continuar, e entre a esquerda equaciona-se já a hipóteses de reclamar a convocação de duas consultas populares: um referendo sobre a assinatura do TLC, e uma outra com vista à eleição de uma Assembleia Constituinte, na medida em que, nesta fase, o executivo não parece oferecer nem condições de manutenção do actual sistema político, nem legitimidade para falar em nome dos interesses populares, acrescentam.
A CONAIE denuncia ainda que a Agência Norte-Americana para o Desenvolvimento Internacional(USAID, na sigla inglesa), é o único sustentáculo do executivo equatoriano, o qual insiste em não decretar a caducidade dos contratos celebrados com a petrolífera Oxy, outro dos alvos do repúdio do povo.
Aos indígenas que mantém bloqueados os principais acessos nas províncias de Cotopaxi, Carchi, Imbabura, Bolívar, Tungurahua, Chimborazo e Azuay, juntaram-se, nos últimos dias, milhares de camponeses.