Movimento grevista alastra
Após as paralisações iniciadas no dia 6, por tempo indeterminado, no estado de Bade-Wurtemberg, o movimento grevista nos serviços públicos contra o aumento do horário de trabalho alastrou, desde o começo desta semana, a sete outros estados alemães.
Na sexta-feira, 10, o sindicato Ver.di anunciou que os seus associados tinham votado esmagadoramente (94,5%) a favor de greve ilimitadas nos diferentes serviços públicos, designadamente hospitais e clínicas, creches, repartições, piscinas, recolha de lixo, etc.
Outra estrutura sindical, o dbb, apelou igualmente à greve nos serviços de âmbito local e regional. No mesmo sentido, decidiu o sindicato dos professores, GEW, bem como o da polícia, GdP, cuja paralisação deverá afectar em particular os agentes de trânsito.
Esta é a primeira greve desde há 14 anos no sector público alemão, que emprega um total de 4,7 milhões de trabalhadores, dos quais, apenas 1,7 milhões beneficiam do estatuto de funcionário público.
O poderoso sindicato Ver.di, que conta com 200 mil associados, calcula que o movimento grevista irá manter-se por um período de quatro a seis semanas. Em causa está o aumento do horário semanal de 38,5 para 40 horas, sem compensação salarial, o que corresponde a duas semanas de trabalho gratuito por ano e por trabalhador.
Para além de claramente injusta, os sindicatos afirmam que a aplicação desta medida conduziria à supressão de muitas dezenas de milhares de postos de trabalho no sector.
A proposta de acordo apresentada pelo Ver.di prevê um ligeiro aumento do horário para as 39 horas nos estados ocidentais e uma redução de 40 para 39 horas no território da antiga RDA.
Para além de Bade-Wurtemberg, o conflito estendeu-se à Renânia do Norte Vestefália, a região mais populosa da Alemanha, Baixa Saxónia, Hamburgo, Baviera, Saxónia, Renânia-Palatinado e Sarre. Os sindicatos esperavam que durante a semana os trabalhadores de Brema e de Schleswib-Holstein, no norte do país aderissem ao movimento.
Na sexta-feira, 10, o sindicato Ver.di anunciou que os seus associados tinham votado esmagadoramente (94,5%) a favor de greve ilimitadas nos diferentes serviços públicos, designadamente hospitais e clínicas, creches, repartições, piscinas, recolha de lixo, etc.
Outra estrutura sindical, o dbb, apelou igualmente à greve nos serviços de âmbito local e regional. No mesmo sentido, decidiu o sindicato dos professores, GEW, bem como o da polícia, GdP, cuja paralisação deverá afectar em particular os agentes de trânsito.
Esta é a primeira greve desde há 14 anos no sector público alemão, que emprega um total de 4,7 milhões de trabalhadores, dos quais, apenas 1,7 milhões beneficiam do estatuto de funcionário público.
O poderoso sindicato Ver.di, que conta com 200 mil associados, calcula que o movimento grevista irá manter-se por um período de quatro a seis semanas. Em causa está o aumento do horário semanal de 38,5 para 40 horas, sem compensação salarial, o que corresponde a duas semanas de trabalho gratuito por ano e por trabalhador.
Para além de claramente injusta, os sindicatos afirmam que a aplicação desta medida conduziria à supressão de muitas dezenas de milhares de postos de trabalho no sector.
A proposta de acordo apresentada pelo Ver.di prevê um ligeiro aumento do horário para as 39 horas nos estados ocidentais e uma redução de 40 para 39 horas no território da antiga RDA.
Para além de Bade-Wurtemberg, o conflito estendeu-se à Renânia do Norte Vestefália, a região mais populosa da Alemanha, Baixa Saxónia, Hamburgo, Baviera, Saxónia, Renânia-Palatinado e Sarre. Os sindicatos esperavam que durante a semana os trabalhadores de Brema e de Schleswib-Holstein, no norte do país aderissem ao movimento.