Prevenção do cancro
O Parlamento Europeu aprovou uma proposta de resolução que define a luta contra o cancro da mama como uma das prioridades essenciais da política de saúde da UE. A prevenção, a despistagem precoce, o diagnóstico, o tratamento e seguimento da doença devem ser melhorados em toda a União e os futuros estados-membros devem redobrar os seus esforços nesse sentido, referem os deputados.
O documento, que teve o apoio dos deputados do PCP, propõe que sejam criadas, até 2008, as condições necessárias para reduzir em 25 por cento a taxa de mortalidade do cancro da mama, que passam designadamente pela existência de programas nacionais de despistagem que assegurem a realização, de dois em dois anos, de mamografias a todas as mulheres entre os 50 e 69 anos.
O PE recomenda que os estados-membros criem uma rede de centros de tratamento interdisciplinar devidamente certificados, em que cada equipa integrará cirurgiões experientes, radiologistas, oncologistas e patologistas, enfermeiros e assistentes de radiologia especializados.
Afectando uma em cada nove mulheres, o cancro da mama é a principal causa de morte na população feminina, entre os 35 e 55 anos. No entanto, como lembrou Ilda Figueiredo na sua declaração de voto, apenas oito dos 15 estados-membros dispõem de programas nacionais de despistagem, o que contribui para que a incidência da doença não pare de aumentar. Só em 2000, na União Europeia foram diagnosticados 216 mil novos casos e registadas 79 mil mortes.
O documento, que teve o apoio dos deputados do PCP, propõe que sejam criadas, até 2008, as condições necessárias para reduzir em 25 por cento a taxa de mortalidade do cancro da mama, que passam designadamente pela existência de programas nacionais de despistagem que assegurem a realização, de dois em dois anos, de mamografias a todas as mulheres entre os 50 e 69 anos.
O PE recomenda que os estados-membros criem uma rede de centros de tratamento interdisciplinar devidamente certificados, em que cada equipa integrará cirurgiões experientes, radiologistas, oncologistas e patologistas, enfermeiros e assistentes de radiologia especializados.
Afectando uma em cada nove mulheres, o cancro da mama é a principal causa de morte na população feminina, entre os 35 e 55 anos. No entanto, como lembrou Ilda Figueiredo na sua declaração de voto, apenas oito dos 15 estados-membros dispõem de programas nacionais de despistagem, o que contribui para que a incidência da doença não pare de aumentar. Só em 2000, na União Europeia foram diagnosticados 216 mil novos casos e registadas 79 mil mortes.