Reino Unido recusa aderir ao euro
O ministro britânico da Economia, Gordon Brown, anunciou, na segunda-feira, que as presentes condições económicas não são as adequadas para a adesão do Reino Unido ao euro. No entanto, admitiu apresentar no próximo Outono uma proposta para a realização de um referendo sobre a matéria.
Na aguardada declaração perante a Câmara dos Comuns, Brown alegou a necessidade de levar à prática uma série de medidas económicas para que o Reino Unido possa volta a decidir sobre se estará em condições de integrar a moeda europeia dentro de um ano.
Uma decisão favorável neste momento «não seria do interesse económico nacional», afirmou o ministro, segundo o qual só se concretizou um dos cinco requisitos económicos necessários para a introdução do euro a curto prazo no Reino Unido. Estes critérios, definidos pelo próprio em 1997, referem-se à convergência, à flexibilidade e impacto sobre o emprego, ao investimento e à indústria de serviços financeiros.
Brown insistiu que se o Reino Unido conseguir cumprir os cinco requisito no próximo ano, será convocado um referendo sobre a entrada na zona euro. Isto significa que a consulta só deverá realizar-se depois avaliados os resultados da nova agenda de reformas económicas.
Por enquanto, o ministro afirma que «persistem diferenças económicas estruturais com a zona euro, algumas delas com repercussões significativas, nomeadamente no mercado imobiliário». Brown, avisou ainda que «devido ao facto de que qualquer mudança dinâmica pode levar tempo, não podemos estar seguros de que os ciclos económicos do Reino Unido sejam suficientemente compatíveis com os da zona euro, de forma a que o Reino Unido possa conviver de forma cómoda, designadamente com as suas taxas de juro.
Na aguardada declaração perante a Câmara dos Comuns, Brown alegou a necessidade de levar à prática uma série de medidas económicas para que o Reino Unido possa volta a decidir sobre se estará em condições de integrar a moeda europeia dentro de um ano.
Uma decisão favorável neste momento «não seria do interesse económico nacional», afirmou o ministro, segundo o qual só se concretizou um dos cinco requisitos económicos necessários para a introdução do euro a curto prazo no Reino Unido. Estes critérios, definidos pelo próprio em 1997, referem-se à convergência, à flexibilidade e impacto sobre o emprego, ao investimento e à indústria de serviços financeiros.
Brown insistiu que se o Reino Unido conseguir cumprir os cinco requisito no próximo ano, será convocado um referendo sobre a entrada na zona euro. Isto significa que a consulta só deverá realizar-se depois avaliados os resultados da nova agenda de reformas económicas.
Por enquanto, o ministro afirma que «persistem diferenças económicas estruturais com a zona euro, algumas delas com repercussões significativas, nomeadamente no mercado imobiliário». Brown, avisou ainda que «devido ao facto de que qualquer mudança dinâmica pode levar tempo, não podemos estar seguros de que os ciclos económicos do Reino Unido sejam suficientemente compatíveis com os da zona euro, de forma a que o Reino Unido possa conviver de forma cómoda, designadamente com as suas taxas de juro.