Grã-Bretanha legaliza bordéis
O governo britânico apresentou na passada semana, dia 17, um projecto de lei que representa um primeiro passo no sentido da legalização dos bordéis. A proposta prevê que grupos no máximo de três prostitutas possam «trabalhar» num mesmo local.
A lei actual proíbe este tipo de associações que inclui no conceito de bordel. No entanto, para a proponente, a secretária de Estado, Fiona Mactaggart, o projecto não visa «encorajar as mulheres a vender o seu corpo», mas antes aumentar a sua segurança e libertando-as do isolamento.
Ao mesmo tempo, Mactaggart rejeita a ideia inicialmente anunciada, de autorizar bairros dedicados à prostituição, à semelhança do «Red District» em Amesterdão, na Holanda. «Não existem provas de que [estes bairros] permitam reduzir a exploração das mulheres», explicou a governante que anunciou novas medidas de repressão sobre os clientes das prostitutas de rua.
Para além das multas já existentes, estes poderão ver no futuro os seus nomes publicados na imprensa local. A polícia é por sua vez incentivada a apreender com mais frequência as cartas de condução aos reincidentes, enquanto os estreantes poderão beneficiar de estágios de reeducação.
O projecto prevê ainda apoios para as mulheres que desejem abandonar o meio e penas agravadas para os proxenetas. Segundo dados do Ministério do Interior, na Grã-Bretanha trabalham como prostitutas cerca de 80 mil mulheres, a maior parte jovens oriundas do Leste europeu.
A lei actual proíbe este tipo de associações que inclui no conceito de bordel. No entanto, para a proponente, a secretária de Estado, Fiona Mactaggart, o projecto não visa «encorajar as mulheres a vender o seu corpo», mas antes aumentar a sua segurança e libertando-as do isolamento.
Ao mesmo tempo, Mactaggart rejeita a ideia inicialmente anunciada, de autorizar bairros dedicados à prostituição, à semelhança do «Red District» em Amesterdão, na Holanda. «Não existem provas de que [estes bairros] permitam reduzir a exploração das mulheres», explicou a governante que anunciou novas medidas de repressão sobre os clientes das prostitutas de rua.
Para além das multas já existentes, estes poderão ver no futuro os seus nomes publicados na imprensa local. A polícia é por sua vez incentivada a apreender com mais frequência as cartas de condução aos reincidentes, enquanto os estreantes poderão beneficiar de estágios de reeducação.
O projecto prevê ainda apoios para as mulheres que desejem abandonar o meio e penas agravadas para os proxenetas. Segundo dados do Ministério do Interior, na Grã-Bretanha trabalham como prostitutas cerca de 80 mil mulheres, a maior parte jovens oriundas do Leste europeu.