Manifestantes condenados a prisão
Treze trabalhadores portuários, que participaram na manifestação de dia 16 em Estrasburgo contra a liberalização do sector, foram condenados pelo tribunal com pesadas penas de prisão efectiva de um a quatro meses.
A sentença foi proferida no dia 18, três dias depois do protesto que terminou em violentos confrontos entre manifestantes e um forte dispositivo policial concentrado nas redondezas do Parlamento Europeu.
Os 13 réus, nove belgas, dois franceses, um espanhol e um holandês, foram acusados de destruição, violência e ofensas aos agentes policiais. Nove foram condenados a prisão efectiva e quatro a penas de prisão suspensa.
Nos incidentes, em que a polícia disparou um canhão de água e lançou granadas de gás lacrimogéneo contra os manifestantes, ficaram feridos 64 agentes e vários participantes no desfile. Os estragos causados no edifício do Parlamento foram estimados em várias centenas de euros.
Embora chumbada (com 532 votos contra, 120 a favor e 25 abstenções), a directiva poderá voltar à agenda europeia num futuro próximo. Pelo menos foi essa a vontade expressa pelo comissário dos Transportes, Jacques Barrot, que, comprometendo-se a retirar todas as consequências da rejeição, deixou claro que o «objectivo» do projecto não será esquecido.
A sentença foi proferida no dia 18, três dias depois do protesto que terminou em violentos confrontos entre manifestantes e um forte dispositivo policial concentrado nas redondezas do Parlamento Europeu.
Os 13 réus, nove belgas, dois franceses, um espanhol e um holandês, foram acusados de destruição, violência e ofensas aos agentes policiais. Nove foram condenados a prisão efectiva e quatro a penas de prisão suspensa.
Nos incidentes, em que a polícia disparou um canhão de água e lançou granadas de gás lacrimogéneo contra os manifestantes, ficaram feridos 64 agentes e vários participantes no desfile. Os estragos causados no edifício do Parlamento foram estimados em várias centenas de euros.
Embora chumbada (com 532 votos contra, 120 a favor e 25 abstenções), a directiva poderá voltar à agenda europeia num futuro próximo. Pelo menos foi essa a vontade expressa pelo comissário dos Transportes, Jacques Barrot, que, comprometendo-se a retirar todas as consequências da rejeição, deixou claro que o «objectivo» do projecto não será esquecido.