Áustria assume presidência da UE
A Áustria está à frente da União Europeia desde domingo, dia em que assumiu a presidência rotativa apontando como objectivo dar uma nova dinâmica à organização.
Um cartaz mostrava uma orgia entre Isabel II, Bush e Chirac
A presidência rotativa semestral da União Europeia foi assumida no domingo pela Áustria, que afirmou que um dos seus objectivos é dar uma nova dinâmica à Europa e enfrentar a crise criada pela rejeição do Tratado Constitucional em França e na Holanda.
Para o chanceler austríaco, o «ponto de partida não é fácil» devido às crises instaladas na União Europeia. Wolfgang Schuessel considera que agora é possível a União Europeia concentrar-se em questões «realmente importantes», como a criação de emprego, a liberdade e a segurança, a protecção do ambiente e o reforço do papel da UE no mundo.
Outros objectivos da presidência austríaca passam pelo relançamento do debate sobre o «futuro da Europa» e sobre o Tratado Constitucional, a relação da União Europeia com os países dos Balcãs Ocidentais e o diálogo inter-religioso. Nos próximos seis meses serão ainda avaliadas as condições de adesão da Roménia e da Bulgária, prevista para 2007.
Entretanto, foram retirados dois cartazes de uma campanha publicitária realizada por 75 artistas de toda a Europa, exposta em Viena até ao fim do mês. Os cartazes retirados na quinta-feira foram considerados «chocantes». Um deles mostrava uma orgia entre três pessoas nuas mascaradas de Rainha Isabel II, de George W. Bush e de Jacques Chirac, enquanto no outro podia ver-se o corpo de uma mulher deitada, de pernas afastadas e com umas cuecas com a bandeira da União Europeia.
Chirac quer relançar Europa
Jacques Chirac, na sua mensagem de Ano Novo, anunciou o lançamento brevemente de «iniciativas para relançar a construção europeia». O presidente francês afirmou que «a Europa é fundamental para o nosso futuro. Com todos os nossos parceiros, alcançámos um bom acordo sobre o orçamento europeu, mas a Europa precisa de instituições mais democráticas, mais estáveis, mais eficazes.»
«Não podemos estar à espera. É por essa razão que vou tomar rapidamente iniciativas para relançar a construção da Europa política, da Europa social, da Europa dos projectos», declarou Chirac, explicando que vai tentar «envolver os seus parceiros europeus na via da construção de uma Europa industrial».
Para o chanceler austríaco, o «ponto de partida não é fácil» devido às crises instaladas na União Europeia. Wolfgang Schuessel considera que agora é possível a União Europeia concentrar-se em questões «realmente importantes», como a criação de emprego, a liberdade e a segurança, a protecção do ambiente e o reforço do papel da UE no mundo.
Outros objectivos da presidência austríaca passam pelo relançamento do debate sobre o «futuro da Europa» e sobre o Tratado Constitucional, a relação da União Europeia com os países dos Balcãs Ocidentais e o diálogo inter-religioso. Nos próximos seis meses serão ainda avaliadas as condições de adesão da Roménia e da Bulgária, prevista para 2007.
Entretanto, foram retirados dois cartazes de uma campanha publicitária realizada por 75 artistas de toda a Europa, exposta em Viena até ao fim do mês. Os cartazes retirados na quinta-feira foram considerados «chocantes». Um deles mostrava uma orgia entre três pessoas nuas mascaradas de Rainha Isabel II, de George W. Bush e de Jacques Chirac, enquanto no outro podia ver-se o corpo de uma mulher deitada, de pernas afastadas e com umas cuecas com a bandeira da União Europeia.
Chirac quer relançar Europa
Jacques Chirac, na sua mensagem de Ano Novo, anunciou o lançamento brevemente de «iniciativas para relançar a construção europeia». O presidente francês afirmou que «a Europa é fundamental para o nosso futuro. Com todos os nossos parceiros, alcançámos um bom acordo sobre o orçamento europeu, mas a Europa precisa de instituições mais democráticas, mais estáveis, mais eficazes.»
«Não podemos estar à espera. É por essa razão que vou tomar rapidamente iniciativas para relançar a construção da Europa política, da Europa social, da Europa dos projectos», declarou Chirac, explicando que vai tentar «envolver os seus parceiros europeus na via da construção de uma Europa industrial».