PEV recolhe duas centenas de apoios
Uma delegação do Partido Ecologista «Os Verdes» entregou, na passada segunda-feira, uma lista de apoio à candidatura presidencial de Jerónimo de Sousa, composta por duas centenas de pessoas com reconhecido e quotidiano trabalho na área ambiental. Para a dirigente do PEV Heloísa Apolónia, estes apoios ao candidato comunista surgem tendo em conta a história, a coerência e as propostas de cada candidato.
Destacando que o Presidente da República não governa, a deputada ecologista lembrou que este tem mecanismos ao seu dispor que pode accionar para inverter algumas situações.
Para Heloísa Apolónia, é necessária uma visão «abrangente e avançada» do desenvolvimento e da sua sustentabilidade. A deputada ecologista considera que este desenvolvimento tem uma componente económica e social, mas tem uma outra, ambiental.
Denunciando que a política dos sucessivos governos trata o ambiente como um «parente pobre» e apenas intervêm em domínios que possam constituir oportunidades de negócio para os privados, Heloísa Apolónia destacou o combate à privatização da água como uma das maiores ameaças ao ambiente. E considerou ser este um dos mais sólidos pontos de apoio entre o candidato comunista e os duzentos ecologistas que o apoiam.
A reestruturação do Instituto de Conservação da Natureza (ICN), com a introdução das parcerias público-privadas, a co-incineração de resíduos industriais perigosos em cimenteiras e a generalização dos organismos geneticamente modificados na agricultura são outros dos «fretes» às grandes empresas que os ecologistas querem travar.
Destacando que o Presidente da República não governa, a deputada ecologista lembrou que este tem mecanismos ao seu dispor que pode accionar para inverter algumas situações.
Para Heloísa Apolónia, é necessária uma visão «abrangente e avançada» do desenvolvimento e da sua sustentabilidade. A deputada ecologista considera que este desenvolvimento tem uma componente económica e social, mas tem uma outra, ambiental.
Denunciando que a política dos sucessivos governos trata o ambiente como um «parente pobre» e apenas intervêm em domínios que possam constituir oportunidades de negócio para os privados, Heloísa Apolónia destacou o combate à privatização da água como uma das maiores ameaças ao ambiente. E considerou ser este um dos mais sólidos pontos de apoio entre o candidato comunista e os duzentos ecologistas que o apoiam.
A reestruturação do Instituto de Conservação da Natureza (ICN), com a introdução das parcerias público-privadas, a co-incineração de resíduos industriais perigosos em cimenteiras e a generalização dos organismos geneticamente modificados na agricultura são outros dos «fretes» às grandes empresas que os ecologistas querem travar.