Eleições na Petrogal reforçam unidade
A lista unitária elegeu dez representantes, dos onze que constituem a Comissão Central de Trabalhadores.
Nas eleições realizadas nos dias 12 e 13, e cujo escrutínio foi feito dia 14, a Lista A (unitária) concorreu à CCT e a todas as sub-comissões locais (10 estruturas, num total de 25 elementos). A Lista B (com membros afectos a várias correntes não unitárias) concorreu à CCT e apenas a uma sub-comissão (na Refinaria do Porto).
Para a CCT, votaram cerca de 50 por cento dos trabalhadores. A Lista A obteve 886 votos e 10 mandatos (mais um que nas anteriores eleições); a Lista B, com 165 votos, elegeu apenas um representante (tinha dois).
Na sub-CT da Refinaria do Porto, a Lista A elegeu 4 membros e a Lista B elegeu 1. Nas últimas eleições, para as sub-CTs, o resultado havia sido idêntico.
A lista unitária apresentou como forte argumento o trabalho real que, ano após ano, tem realizado, sob o lema «Na unidade a força dos trabalhadores». No programa que apresentou aos trabalhadores inscreveu o prosseguimento da luta pela defesa da empresa, como do sector energético em geral, subordinada ao Estado e ao serviço dos interesses nacionais, e condenou claramente a política de direita que vem envolvendo a Petrogal/Galp.
No programa, que vai servir de base ao trabalho futuro da CCT, exigem-se medidas para a defesa e dinamização da empresa, ao serviço do País, com respeito pelos direitos e justas aspirações dos trabalhadores no activo e reformados. É proclamada a importância da luta mais geral dos trabalhadores portugueses e da sua constante ligação ao movimento sindical unitário e ao movimento das CTs, na defesa do regime democrático que a Revolução de Abril proporcionou.
Nas eleições realizadas nos dias 12 e 13, e cujo escrutínio foi feito dia 14, a Lista A (unitária) concorreu à CCT e a todas as sub-comissões locais (10 estruturas, num total de 25 elementos). A Lista B (com membros afectos a várias correntes não unitárias) concorreu à CCT e apenas a uma sub-comissão (na Refinaria do Porto).
Para a CCT, votaram cerca de 50 por cento dos trabalhadores. A Lista A obteve 886 votos e 10 mandatos (mais um que nas anteriores eleições); a Lista B, com 165 votos, elegeu apenas um representante (tinha dois).
Na sub-CT da Refinaria do Porto, a Lista A elegeu 4 membros e a Lista B elegeu 1. Nas últimas eleições, para as sub-CTs, o resultado havia sido idêntico.
A lista unitária apresentou como forte argumento o trabalho real que, ano após ano, tem realizado, sob o lema «Na unidade a força dos trabalhadores». No programa que apresentou aos trabalhadores inscreveu o prosseguimento da luta pela defesa da empresa, como do sector energético em geral, subordinada ao Estado e ao serviço dos interesses nacionais, e condenou claramente a política de direita que vem envolvendo a Petrogal/Galp.
No programa, que vai servir de base ao trabalho futuro da CCT, exigem-se medidas para a defesa e dinamização da empresa, ao serviço do País, com respeito pelos direitos e justas aspirações dos trabalhadores no activo e reformados. É proclamada a importância da luta mais geral dos trabalhadores portugueses e da sua constante ligação ao movimento sindical unitário e ao movimento das CTs, na defesa do regime democrático que a Revolução de Abril proporcionou.