Dois dias sem notícias em Itália
A adesão maciça a uma greve de dois dias na imprensa, rádio, televisão e agências deixou a Itália praticamente sem notícias durante todo o passado fim-de-semana.
Convocada pelo Sindicato de Jornalistas Italianos (FNSI), esta foi a terceira paralisação realizada nos últimos três meses, exigindo a renovação do contrato colectivo de trabalho, caducado há quase um ano, e o fim da precariedade laboral.
Ao contrário das anteriores greves, desta vez os jornais, rádio e televisão interromperam quase totalmente a sua actividade informativa. Nas rádios e televisões apenas foram emitidos três programas noticiosos por dia, com uma duração de cinco minutos cada. Os únicos jornais que mantiveram a sua edição foram o «Il Tempo» e «Libero», ambos próximos do governo do primeiro-ministro Sílvio Berlusconi.
Para além das reivindicações salariais, a estrutura sindical pretende que os editores apliquem com parcimónia a lei da flexibilidade laboral, a chamada lei Bisgi de 2002, com vista a não generalizar a precariedade laboral na profissão.
Num universo de 30 mil jornalistas em actividade na península, cerca de metade tem vínculos precários, segundo a FNSI.
Ao contrário das anteriores greves, desta vez os jornais, rádio e televisão interromperam quase totalmente a sua actividade informativa. Nas rádios e televisões apenas foram emitidos três programas noticiosos por dia, com uma duração de cinco minutos cada. Os únicos jornais que mantiveram a sua edição foram o «Il Tempo» e «Libero», ambos próximos do governo do primeiro-ministro Sílvio Berlusconi.
Para além das reivindicações salariais, a estrutura sindical pretende que os editores apliquem com parcimónia a lei da flexibilidade laboral, a chamada lei Bisgi de 2002, com vista a não generalizar a precariedade laboral na profissão.
Num universo de 30 mil jornalistas em actividade na península, cerca de metade tem vínculos precários, segundo a FNSI.