Governo anda a dormir?
Na Sotave, empresa têxtil de Manteigas, continuam a verificar-se atrasos significativos no pagamento dos salários. Esta é uma das faces visíveis da actual situação económica e laboral da empresa que é a principal empregadora no concelho.
Por isso a crescente preocupação partilhada quer pelos seus trabalhadores quer pela população em geral que se interrogam sobre o que anda afinal o Governo a fazer. É que, aparentemente, como observa o deputado comunista Agostinho Lopes em requerimento sobre o assunto endereçado aos ministros da Economia e do Trabalho, o Executivo tem-se «limitado a injectar apoios públicos, sem cuidar de acompanhar e controlar o que a administração da empresa tem feito desses meios financeiros destinados a viabilizá-la e a salvaguardar os postos de trabalho».
Existem, de resto, acrescidos motivos de preocupação face ao currículo dos administradores, onde avultam passagens desastrosas pela gestão de várias empresas como foi o caso da Nova Penteação.
Certo é que a contínua redução dos postos de trabalhos tem sido uma realidade – 160 trabalhadores foram já empurrados para a rescisão dos contratos - , com graves consequências no plano social e com repercussões negativas que se estenderam a todos os sectores da economia local. E o pior é que persiste a ameaça sobre os restantes trabalhadores, que reclamam pelos salários que lhes são devidos, o que levou Agostinho Lopes a instar o Governo a esclarecer o que pensa fazer para responder à situação da empresa, nomeadamente sobre os salários em atraso e os processos de rescisão.
Por isso a crescente preocupação partilhada quer pelos seus trabalhadores quer pela população em geral que se interrogam sobre o que anda afinal o Governo a fazer. É que, aparentemente, como observa o deputado comunista Agostinho Lopes em requerimento sobre o assunto endereçado aos ministros da Economia e do Trabalho, o Executivo tem-se «limitado a injectar apoios públicos, sem cuidar de acompanhar e controlar o que a administração da empresa tem feito desses meios financeiros destinados a viabilizá-la e a salvaguardar os postos de trabalho».
Existem, de resto, acrescidos motivos de preocupação face ao currículo dos administradores, onde avultam passagens desastrosas pela gestão de várias empresas como foi o caso da Nova Penteação.
Certo é que a contínua redução dos postos de trabalhos tem sido uma realidade – 160 trabalhadores foram já empurrados para a rescisão dos contratos - , com graves consequências no plano social e com repercussões negativas que se estenderam a todos os sectores da economia local. E o pior é que persiste a ameaça sobre os restantes trabalhadores, que reclamam pelos salários que lhes são devidos, o que levou Agostinho Lopes a instar o Governo a esclarecer o que pensa fazer para responder à situação da empresa, nomeadamente sobre os salários em atraso e os processos de rescisão.