Futuro comprometido
É uma situação dramática aquela em que vivem os trabalhadores da Cerâmica Ideal Leiriense, em Soure. Regressados do período de férias no dia 1 de Setembro, foram informados pela administração de que as portas da empresa continuariam abertas mas sem garantias quer do pagamento dos salários (atrasados desde Julho) quer do subsídio de férias.
Os 55 trabalhadores, entre os quais oito famílias, privados dos seus meios de subsistência, encaram assim com profunda apreensão o futuro, tanto mais que não existem alternativas de emprego na região que possam preencher o vazio da eventual perda do seu posto de trabalho.
Informado da situação, o Grupo Parlamentar comunista, através do deputado António Filipe, diligenciou já junto do Governo no sentido de saber o que este tenciona fazer
de forma a contribuir no sentido da salvaguarda dos postos de trabalho e do pagamento dos salários aos trabalhadores.
Ao conhecimentos destes o que chegou, entretanto, é que vai ser iniciado o processo de falência da empresa. Especializada na produção de telhas para a construção civil, terá dívidas na ordem das centenas de milhares de euros. Entre os principais credores estão os próprios trabalhadores, a banca (cerca de 500 mil euros à Caixa de Crédito Agrícola) e a Segurança Social (836 mil euros).
Os 55 trabalhadores, entre os quais oito famílias, privados dos seus meios de subsistência, encaram assim com profunda apreensão o futuro, tanto mais que não existem alternativas de emprego na região que possam preencher o vazio da eventual perda do seu posto de trabalho.
Informado da situação, o Grupo Parlamentar comunista, através do deputado António Filipe, diligenciou já junto do Governo no sentido de saber o que este tenciona fazer
de forma a contribuir no sentido da salvaguarda dos postos de trabalho e do pagamento dos salários aos trabalhadores.
Ao conhecimentos destes o que chegou, entretanto, é que vai ser iniciado o processo de falência da empresa. Especializada na produção de telhas para a construção civil, terá dívidas na ordem das centenas de milhares de euros. Entre os principais credores estão os próprios trabalhadores, a banca (cerca de 500 mil euros à Caixa de Crédito Agrícola) e a Segurança Social (836 mil euros).