RPD da Coreia garante acordo
A quarta ronda negocial envolvendo a República Popular Democrática da Coreia, EUA, China, Rússia, Japão e Coreia do Sul, terminou, segunda-feira, em Pequim, com um acordo que abre portas para a desnuclearização daquela península asiática.
Na declaração conjunta, EUA e Coreia do Sul comprometem-se a respeitar a soberania da RPD da Coreia garantindo que não tencionam atacar Pyongyang com «armas nucleares ou convencionais».
Outra das exigências apresentadas pelos norte-coreanos para voltarem ao Tratado de Não-Proliferação Nuclear e subscreverem o Acordo de Salvaguarda da Agência Internacional de Energia Atómica, foi o fornecimento por parte dos norte-americanos de reactores de água ligeira, equipamento considerado fundamental por Pyongyang para assegurar a produção de energia eléctrica no país.
Entretanto, um dia depois de assinado o compromisso, o Japão reclamou contra a exigência da RPD da Coreia, considerando que primeiro deveriam assinar os tratados e só depois receberiam os reactores.
O ministério dos Negócios Estrangeiros coreano reagiu, anteontem, defendendo que o estabelecido vai no sentido inverso e concluiu que «não sentiremos qualquer necessidade de possuir nem uma arma nuclear se as relações entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos se normalizarem, se a confiança bilateral for instaurada».
Na declaração conjunta, EUA e Coreia do Sul comprometem-se a respeitar a soberania da RPD da Coreia garantindo que não tencionam atacar Pyongyang com «armas nucleares ou convencionais».
Outra das exigências apresentadas pelos norte-coreanos para voltarem ao Tratado de Não-Proliferação Nuclear e subscreverem o Acordo de Salvaguarda da Agência Internacional de Energia Atómica, foi o fornecimento por parte dos norte-americanos de reactores de água ligeira, equipamento considerado fundamental por Pyongyang para assegurar a produção de energia eléctrica no país.
Entretanto, um dia depois de assinado o compromisso, o Japão reclamou contra a exigência da RPD da Coreia, considerando que primeiro deveriam assinar os tratados e só depois receberiam os reactores.
O ministério dos Negócios Estrangeiros coreano reagiu, anteontem, defendendo que o estabelecido vai no sentido inverso e concluiu que «não sentiremos qualquer necessidade de possuir nem uma arma nuclear se as relações entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos se normalizarem, se a confiança bilateral for instaurada».