RTP avança para conciliação
O Sindicato dos Jornalistas, o STT e o SINTTAV, depois de reunirem com o Conselho de Administração da RTP – que lhes apresentou uma «proposta global para conclusão de negociações» do Acordo Colectivo de Trabalho –, reconhecendo embora que esta se aproxima significativamente das suas posições, consideraram que sem consulta prévia aos respectivos associados não estavam em condições de dar o seu acordo. Propuseram assim à Empresa que suspendesse o processo por um mês, comprometendo-se a dar uma resposta definitiva na primeira semana de Setembro. A resposta da empresa foi dar por encerrada esta fase do processo negocial, avançando a conciliação no Ministério do Trabalho.
Atendendo a que o acordo que o CA queria ver assinado até 31 de Julho – prazo dado também aos trabalhadores para a subscrição do ACT –, só teria os seus efeitos práticos a partir de Setembro, os Sindicatos dizem que a atitude do CA só pode ser entendida como «uma inaceitável manobra de pressão» e é tanto mais incompreensível quanto os sindicatos, «reconhecendo as dificuldades em alterar um programa orçamental nesta fase», admitiram a aplicação diferida de algumas matérias de carácter pecuniário. Aliás, na própria reunião foram agendadas novas reuniões sectoriais com os sindicatos para negociar vários aspectos da aplicação concreta do ACT e... se a situação se arrastou por tanto tempo foi porque a administração esteve mais de um mês sem convocar qualquer reunião.
Em nota aos associados, os Sindicatos informam sobre algumas questões que entretanto ficaram estabelecidas – possibilidade de negociação entre a empresa e os sindicatos enquanto o processo decorrer no âmbito do Ministério do Trabalho; aplicação de retroactivos a 1 de Agosto para quem tenha aderido ao ACT depois de 31 de Julho; manutenção em vigor dos AE’s da RTP e RDP até ao final deste processo – e, prometendo prosseguir os seus esforços com vista a uma solução negociada, apela aos trabalhadores para que se mantenham firmes na defesa dos seus interesses.
Atendendo a que o acordo que o CA queria ver assinado até 31 de Julho – prazo dado também aos trabalhadores para a subscrição do ACT –, só teria os seus efeitos práticos a partir de Setembro, os Sindicatos dizem que a atitude do CA só pode ser entendida como «uma inaceitável manobra de pressão» e é tanto mais incompreensível quanto os sindicatos, «reconhecendo as dificuldades em alterar um programa orçamental nesta fase», admitiram a aplicação diferida de algumas matérias de carácter pecuniário. Aliás, na própria reunião foram agendadas novas reuniões sectoriais com os sindicatos para negociar vários aspectos da aplicação concreta do ACT e... se a situação se arrastou por tanto tempo foi porque a administração esteve mais de um mês sem convocar qualquer reunião.
Em nota aos associados, os Sindicatos informam sobre algumas questões que entretanto ficaram estabelecidas – possibilidade de negociação entre a empresa e os sindicatos enquanto o processo decorrer no âmbito do Ministério do Trabalho; aplicação de retroactivos a 1 de Agosto para quem tenha aderido ao ACT depois de 31 de Julho; manutenção em vigor dos AE’s da RTP e RDP até ao final deste processo – e, prometendo prosseguir os seus esforços com vista a uma solução negociada, apela aos trabalhadores para que se mantenham firmes na defesa dos seus interesses.