Direitos espezinhados
Na empresa Tyco, em Évora, os direitos dos trabalhadores continuam a ser letra morta para o patrão. A situação laboral agrava-se, sem que a Inspecção Geral do Trabalho dê sinais de querer pôr cobro aos desmandos e atropelos à lei.
O despedimento de cinco dirigentes e delegados sindicais do Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas (SIESI), decisão já impugnada judicialmente, é o mais recente exemplo de práticas inadmissíveis por parte da administração, como sejam a instalação de vigilância electrónica permanente ou a ameaça de encerramento da fábrica caso não haja acordo na redução dos direitos dos trabalhadores.
A estas situações, como salienta em requerimento ao Governo o deputado comunista Abílio Fernandes, junta-se a imposição de condições de trabalho degradantes e humilhantes, o incumprimento de normas de segurança, saúde e higiene no trabalho, bem como o desrespeito pelos direitos sindicais.
Comportamento este que tem vindo a agravar-se, com recurso, inclusive, segundo informações chegadas ao Grupo Parlamentar do PCP, ao aumento da pressão exercida junto dos trabalhadores no sentido da sua desmobilização e fragilização.
Por isso a pergunta feita por Abílio Fernandes, no requerimento dirigida ao Ministério do Trabalho e Solidariedade Social, no sentido de saber quais as medidas que este pensa adoptar para pôr cobro a tal quadro.
O despedimento de cinco dirigentes e delegados sindicais do Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas (SIESI), decisão já impugnada judicialmente, é o mais recente exemplo de práticas inadmissíveis por parte da administração, como sejam a instalação de vigilância electrónica permanente ou a ameaça de encerramento da fábrica caso não haja acordo na redução dos direitos dos trabalhadores.
A estas situações, como salienta em requerimento ao Governo o deputado comunista Abílio Fernandes, junta-se a imposição de condições de trabalho degradantes e humilhantes, o incumprimento de normas de segurança, saúde e higiene no trabalho, bem como o desrespeito pelos direitos sindicais.
Comportamento este que tem vindo a agravar-se, com recurso, inclusive, segundo informações chegadas ao Grupo Parlamentar do PCP, ao aumento da pressão exercida junto dos trabalhadores no sentido da sua desmobilização e fragilização.
Por isso a pergunta feita por Abílio Fernandes, no requerimento dirigida ao Ministério do Trabalho e Solidariedade Social, no sentido de saber quais as medidas que este pensa adoptar para pôr cobro a tal quadro.