Uma primeira tarefa
Se para o cumprimento da meta da venda de mais 100 exemplares do Avante! do dia 17, conforme decisão dos organismos executivos da Comissão Concelhia de Palmela, contribuiu, como em idênticas circunstâncias, a deslocação de uma brigada do Partido logo pelas 7 horas da manhã aos armazéns da Câmara Municipal (onde o número atingido foi de 50), a descentralização da tarefa entre camaradas individualmente considerados contou entre as medidas uma vez mais adoptadas.
Só que pela primeira vez foi abordada pelo efeito a camarada Maria Antonieta Sobral Costa, de 27 anos – proprietária de um estabelecimento de restauração – e recentemente inscrita no Partido. Quando a razão evocada foi a de assim homenagearmos de forma muito concreta a memória de Álvaro Cunhal, respondeu de imediato que «na barriga da mãe já se sentia comunista», e que seria de entre os seus habituais clientes que procuraria o êxito para a tarefa.
Tendo recebido «apenas» cinco exemplares do jornal, de tal modo a cumpriu que viria a zangar-se por não lhe terem entregue mais. Na semana seguinte, foram-lhe entregues dez, que vendeu sem dificuldades.
A sua relação com quem estabelece um contracto comercial diariamente não a inibe de afirmar: «Penso que com boa vontade conseguimos vender três, quatro, cinco jornais. Só basta um pouco de amor ao nosso Partido, e acreditar sempre na nossa luta e na nossa ideologia, para um caminho de igualdade, fraternidade e paz». É assim o PCP...
Só que pela primeira vez foi abordada pelo efeito a camarada Maria Antonieta Sobral Costa, de 27 anos – proprietária de um estabelecimento de restauração – e recentemente inscrita no Partido. Quando a razão evocada foi a de assim homenagearmos de forma muito concreta a memória de Álvaro Cunhal, respondeu de imediato que «na barriga da mãe já se sentia comunista», e que seria de entre os seus habituais clientes que procuraria o êxito para a tarefa.
Tendo recebido «apenas» cinco exemplares do jornal, de tal modo a cumpriu que viria a zangar-se por não lhe terem entregue mais. Na semana seguinte, foram-lhe entregues dez, que vendeu sem dificuldades.
A sua relação com quem estabelece um contracto comercial diariamente não a inibe de afirmar: «Penso que com boa vontade conseguimos vender três, quatro, cinco jornais. Só basta um pouco de amor ao nosso Partido, e acreditar sempre na nossa luta e na nossa ideologia, para um caminho de igualdade, fraternidade e paz». É assim o PCP...