PCE em Congresso
«Democracia e socialismo - a alternativa» foi o lema do 17.º Congresso do Partido Comunista de Espanha (PCE), realizado em Madrid de 24 a 26 de Junho, com a participação de 708 delegados.
Os comunistas espanhóis analisaram a nova situação criada após a derrota do PP de José Maria Aznar nas eleições do ano passado, concluindo que a política seguida pelo governo do PSOE de Zapatero continua a linha neoliberal e de precarização da situação social já levada a cabo pela direita.
O antigo secretário geral do PCE, Júlio Anguita, foi mandatado para coordenar a preparação de um novo Manifesto-programa do partido, que deverá apontar para a identidade comunista no século XXI.
Face às actuais discussões em Espanha sobre o quadro constitucional, o PCE avança com a proposta de uma reforma da Constituição de 1978, defendendo uma Espanha federal, solidária e republicana, após a qual se deverão rever os Estatutos Autonómicos existentes.
A situação que atravessa a Esquerda Unida ocupou parte da reflexão dos comunistas espanhóis, que a reafirmaram como organização unitária do PCE.
O Congresso reelegeu Francisco Frutos como secretário geral e elegeu Felipe Alcaraz para presidente executivo do Comité Central.
O PCP esteve representado por Margarida Botelho, da Comissão Política do Comité Central.
O antigo secretário geral do PCE, Júlio Anguita, foi mandatado para coordenar a preparação de um novo Manifesto-programa do partido, que deverá apontar para a identidade comunista no século XXI.
Face às actuais discussões em Espanha sobre o quadro constitucional, o PCE avança com a proposta de uma reforma da Constituição de 1978, defendendo uma Espanha federal, solidária e republicana, após a qual se deverão rever os Estatutos Autonómicos existentes.
A situação que atravessa a Esquerda Unida ocupou parte da reflexão dos comunistas espanhóis, que a reafirmaram como organização unitária do PCE.
O Congresso reelegeu Francisco Frutos como secretário geral e elegeu Felipe Alcaraz para presidente executivo do Comité Central.
O PCP esteve representado por Margarida Botelho, da Comissão Política do Comité Central.