Líder ecologista assassinado
Andrés Arroyo Segura, membro da organização ecologista equatoriana Rede Nacional em Defesa da Natureza, Vida e Dignidade (REDIVINA), apareceu morto a 20 de Junho no rio Baba, exactamente no local onde está prevista a construção de uma barragem fortemente contestada pelos impactes ambientais e humanos que pode provocar.
A denúncia do assassinato foi feita pela Comissão Ecuménica de Direitos Humanos (CEDHU) do Equador, que lembra que Arroyo Segura estava empenhado na luta para impedir a construção da barragem a pedido das comunidades afectadas. A autópsia do corpo revelou indícios de agressão externa.
De acordo com a CEDHU, Arroyo Segura tinha pedido recentemente à organização para interpor um recurso sobre a construção de barragem do rio Baba, um empreendimento que favorece os grandes empresários da região e que prevê sejam arrasadas amplas zonas onde estão implantadas comunidades camponesas, cujas terras são consideradas das mais férteis do mundo.
Enquanto os responsáveis da Rede ecologista tomaram a seu cargo as diligências legais para a detenção dos responsáveis materiais e morais do crime, a CEDHU lançou um apelo aos organismos de direitos humanos nacionais e internacionais para que o caso seja levado ao conhecimento do Relator Especial da ONU, até porque este não foi o único assassinato de activistas de direitos e de defesa do meio ambiente.
Vários dirigentes indígenas perderam a vida em «acidentes» diversos, denuncia a CEDHU, sublinhando que também dirigentes afro-equatorianos em Esmeraldas foram vítimas de atentados contra a sua integridade física e as suas vidas.
A denúncia do assassinato foi feita pela Comissão Ecuménica de Direitos Humanos (CEDHU) do Equador, que lembra que Arroyo Segura estava empenhado na luta para impedir a construção da barragem a pedido das comunidades afectadas. A autópsia do corpo revelou indícios de agressão externa.
De acordo com a CEDHU, Arroyo Segura tinha pedido recentemente à organização para interpor um recurso sobre a construção de barragem do rio Baba, um empreendimento que favorece os grandes empresários da região e que prevê sejam arrasadas amplas zonas onde estão implantadas comunidades camponesas, cujas terras são consideradas das mais férteis do mundo.
Enquanto os responsáveis da Rede ecologista tomaram a seu cargo as diligências legais para a detenção dos responsáveis materiais e morais do crime, a CEDHU lançou um apelo aos organismos de direitos humanos nacionais e internacionais para que o caso seja levado ao conhecimento do Relator Especial da ONU, até porque este não foi o único assassinato de activistas de direitos e de defesa do meio ambiente.
Vários dirigentes indígenas perderam a vida em «acidentes» diversos, denuncia a CEDHU, sublinhando que também dirigentes afro-equatorianos em Esmeraldas foram vítimas de atentados contra a sua integridade física e as suas vidas.